O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste sábado, 28, que há “sinais crescentes” de que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, “não existe mais”.
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Em pronunciamento ao público israelense, ele disse que forças israelenses eliminaram comandantes da Guarda Revolucionária, autoridades do regime e integrantes do programa nuclear iraniano, além de prometer novos ataques “a milhares de alvos” nos próximos dias.
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Netanyahu promete ampliar ofensiva contra o Irã
Netanyahu afirmou que a operação militar “continuará enquanto for necessário” e pediu resistência à população israelense. Segundo ele, Israel entrou em guerra para impedir que o Irã obtenha arma nuclear.
O premiê classificou a campanha como parte de uma estratégia para alterar o equilíbrio regional. Ele agradeceu ao presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, a quem atribuiu “liderança histórica”.
“Ele é um líder que cumpre a sua palavra”, declarou.
Netanyahu também dirigiu um apelo direto à população iraniana. Em mensagem gravada, convocou os cidadãos a se unirem contra o regime.
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“Não percam esta oportunidade. Esta é uma oportunidade que surge uma vez a cada geração”, afirmou.
“Em breve chegará o vosso momento”, disse, ao incentivar manifestações em massa. Em inglês, acrescentou: “A ajuda chegou”.

O premiê concluiu que a ofensiva, segundo ele, “levará à paz, à verdadeira paz”.
Ofensiva conjunta
Os EUA e Israel realizaram na madrugada deste sábado uma ofensiva coordenada contra alvos no território iraniano. Autoridades militares afirmaram que a operação mirou instalações estratégicas e estruturas ligadas ao programa militar de Teerã.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou a campanha como “massiva e contínua” e declarou que o objetivo é impedir que o Irã desenvolva armas nucleares. Segundo ele, a ofensiva busca “defender o povo americano” de ameaças atribuídas ao governo iraniano.
Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e contra bases americanas na região do Golfo. Países como Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque registraram explosões ou acionaram sistemas de defesa aérea.
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