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Netanyahu diz que Hamas deve ser destruído para haver paz

Primeiro-ministro israelense também quer 'desradicalizar' os palestinos

Benjamin Netanyahu - israel hamas
Apesar do cessar-fogo temporário, o premiê Benjamin Netanyahu disse que a guerra ainda não acabou e só terminará quando o Hamas for destruído | Foto: Kobi Gideon/GPO

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que vai prosseguir com as ofensivas contra o Hamas até que o grupo terrorista seja “destruído”. Ele fez a declaração durante uma visita às tropas israelenses no norte da Faixa de Gaza, nesta segunda-feira, 25.

Netanyahu disse aos parlamentares de seu partido, Likud, que a guerra estava longe de terminar. Ele descartou o que considerou como especulação da imprensa de que seu governo poderia suspender os combates no território palestino.

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O primeiro-ministro israelense disse que seu país não vai conseguir libertar os reféns mantidos pelo Hamas sem aplicar pressão militar. “Não estamos parando”, afirmou Netanyahu. “A guerra continuará até o fim, até que a terminemos, nada menos que isso.”

Em uma reportagem do jornal norte-americano The Wall Street Journal, Netanyahu reiterou três pré-requisitos para a paz:

  1. o Hamas deve ser destruído;
  2. Gaza deve ser desmilitarizada; e
  3. a sociedade palestina deve ser “desradicalizada”.

Cessar-fogo entre a Israel de Netanyahu e o Hamas

Em retaliação ao Hamas por seu ataque em 7 de outubro, Israel tem sofrido pressão de seu aliado mais próximo, os Estados Unidos (EUA), para diminuir a intensidade das operações em Gaza.

Conforme a Agência Brasil, órgãos governados pelo Hamas dizem que mais de 20 mil habitantes de Gaza foram mortos desde o início dos combates. Autoridades internacionais não validam o número.

Leia também: “Uso de arma de brinquedo durante roubo é ‘grave ameaça’, decide STJ”

As forças militares norte-americanas têm sofrido ataques de militantes apoiados pelo Irã no Iraque e na Síria, visto o apoio dos EUA a Israel em sua guerra contra o Hamas.

As Forças Armadas dos EUA realizaram ataques aéreos de retaliação no Iraque, na segunda-feira, depois que um ataque de militantes alinhados ao Irã em uma base norte-americana, em Erbil, deixou um membro do serviço militar norte-americano em estado crítico. O ataque também feriu outras duas pessoas.

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