Novo filme da Disney tem herói gay

Mundo Estranho conta a história de Ethan Clade, um garoto negro de 16 anos que é apaixonado por outro menino

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Ethan é um dos principais personagens de <i>Mundo Estranho</i>
Ethan é um dos principais personagens de Mundo Estranho | Foto: Reprodução/YouTube

Mundo Estranho, o novo filme da Walt Disney Company, apresenta um herói assumidamente gay. Exibido nos cinemas desde quinta-feira 24, o longa-metragem conta a história de Ethan Clade, um garoto negro de 16 anos que é apaixonado por outro menino.

É a primeira vez que a empresa norte-americana retrata um personagem LGBT+ em papel de destaque. A decisão ocorre oito meses depois de a produtora ter sido acusada por ex-funcionários de censurar cenas gays em seus filmes. Em junho, três meses após as acusações, a Pixar lançou Lightyear, filme que exibe um beijo de um casal lésbico.

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A história de Mundo Estranho se passa nas terras de Avalônia, que depende de uma planta específica para ter energia elétrica. Ao saber que o vegetal é ameaçado de contaminação, a família de Ethan se mobiliza para salvar as plantações do local. No caminho, os heróis deparam com criaturas perigosas.

Jaboukie Young-White, dublador norte-americano de Ethan, disse que a pauta LGBT+ é trabalhada com naturalidade no filme. “Não é algo que fica se auto-parabenizando, não é algo que fica se anunciando”, afirmou, em entrevista à revista Variety. “É algo que se aceita como um reflexo normal da nossa realidade. Acho que é isso que me deixou mais animado com Ethan.”

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35 comentários Ver comentários

  1. Isso é um absurdo! Felizmente eu não tenho filhos. Acho que a vida dos pais está cada dia mais difícil. Cada um tem direito de fazer o que quiser com seu corpo, mas não é legal estimular crianças inocentes.

  2. Europeus e Americanos do norte tentam enfiar goela abaixo suas preferências sexuais para o resto do mundo, e fazem isso usando a sua maior arma, o cinema.
    Para o azar deles, boa parte da população não europeia e americana segue a religião muçulmana ou hindu, e o impacto será zero, pois para os muçulmanos sera somente mais uma mostra da decadência ocidental, e para os Hindus o homossexualismo é devido a reencarnação de almas femininas em corpos masculinos e vice versa, fatos com que já lidam bem a mais de 5000 anos.

  3. Mais um filmezinho politicamente correto… o heroizinho negro e gay vai salvar o planeta…. E a Disney tendo prejuízos e perda de mercado. Colhendo o que semeia. Esse mundo corretinho, ecológico, que taxa peid-o de animais, que quer voltar ao tempo das cavernas e viver de frutinhas do bosque já está enchendo o saco!

  4. Obrigado Gazeta, por informarem. Eu não vou assistir , nem meus netos menores, idem. Vou informar o tema o filme aos meus filhos e netos maiores. Se quiserem assistir, problema deles. Simples assim. Sou contra a censura, mas precisam informar previamente o que estão apresentando . Gostaria que quebrasse a cara e afundarem, mas, se houver público para apoiar, problema de cada um.

  5. Não vejo problema em filmes com pessoas gays, o problema maior é o casuísmo, como disse a reportagem no início, a origem do filme se deu a partir de uma revolta com a tal diretora, de modo que começa mal, não vi, mas acho que envolver menores também não é boa idéia, pode propagar memes e bulling com essa faixa etária que nessa fase da vida está muito propenso a alta sensibilidade. Já ouvi de alguns psicólogos que essa aparente apatia pela realidade na verdade é uma ebulição interna onde estão selecionando arquivos que consideram importante para seguir adiante, digamos, uma reciclagem silenciosa, de modo que também não seria muito produtivo filmes da disney com personagens de meninas de 16 anos gravidas, por exemplo.
    O assunto é importante e sensível, mas para concluir, acho que não é de bom senso criações fast food para resolver ou eliminar preconceitos.
    Esse assunto requer, e merece avaliações por profissionais da área da psicologia antes de saírem querendo ganhar dinheiro com uma pauta tão importante para o ser humano se valorizar independentemente das suas opções sexuais.

    1. olá, Áurea. Creio que o filme seja exatamente a expressão de muitos profissionais da área de psicologia. A verdade é que nossa tradição muda muito vagarosamente e abordar uma relação entre um branco e uma negra, por exemplo, há 60/70 anos atrás era escândalo. Veja que os pais da criança representam exatamente esse tipo de união. A moral tem mudado, mas olhe o tempo que isto leva.

  6. Aqui em casa esse lixo não tem audiência de ninguém!!! Querem lacrar? Vão ensinar os seus filhos a darem o rabicó…os meus não!!! Vagabundos desgraçados…

  7. Bando de ignorância.
    Ou melhor, bando de doentes. Disney virou um caso sério de psiquiatria. Tratamento urgente para todos os responsáveis,
    Elon Musk, que tal vc comprar a Disney?

  8. Disney já foi uma excepcional organização de entretenimento infantil. Cresci lendo O Pato Donald , de
    edicoes semanais. Hoje não passa de um aglomerado que segue as mais diversas lacracoes . Isso acontece por que os “pais” de hoje não repudiam, e talvez até aprovem essas ” produções lacradoras. Caminhamos rapidamente para o fim das sociedades que outrora pertencemos.

  9. Que historinha porcaria. Independente do ” herói” ser gay, a história é pobre, sinopse desinteressante, deve ser muito ruim. Saudade dos tempos de Pinóquio, Cinderela, aristogatas, etc

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