O parquinho dos radicais mimados

Em sua coluna na Revista Oeste, Dagomir Marquezi explica por que a fama súbita de Portland, nos Estados Unidos, que virou atração do noticiário, viciou os extremistas de esquerda
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Portland, nos Estados Unidos, deixou de ser uma cidade pacata e se tornou atração no noticiário e vício dos esquerdistas
Portland, nos Estados Unidos, deixou de ser uma cidade pacata e se tornou atração no noticiário e vício dos esquerdistas | Foto: Reprodução

Em sua coluna publicada na Edição 57 da Revista Oeste, Dagomir Marquezi explica o que aconteceu em Portland, nos Estados Unidos. A ex-cidade pacata virou atração no noticiário por causa da violência ininterrupta — e essa fama súbita viciou os extremistas de esquerda.

“O cadáver de George Floyd é explorado por esses movimentos até hoje, mas arrefeceu com o tempo. Não em Portland. Ali as coisas saíram do controle. E sem nenhuma sombra de lógica”, afirma Marquezi.

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Leia outro trecho:

“Portland é um tradicional reduto da esquerda. Em 2016, 75% da cidade votou em Hillary Clinton contra Donald Trump. O prefeito Ted Wheeler e a governadora do Estado, Kate Brown, são do Partido Democrata. ‘Não constituem uma cidade nem um Estado bem governados’, declarou um alto funcionário estadual à matéria da Reason. ‘Portland teve seguidamente três prefeitos que fracassaram.’ A cidade é controlada por ‘comitês’ que facilitam greves e paralisações nos serviços públicos. Já está sendo apelidada de Dumptown (‘Cidade-Lixeira’).

O que estava ruim piorou muito no ano passado. Foi quando o manso espírito hippie se transformou num esquerdismo extremista e intolerante. Fregueses iam tomar café e reclamavam aos berros que o salário dos baristas era baixo. O maior centro gay da cidade foi condenado por ser ‘branco demais’. Uma empresa familiar de fornecimento de tortillas recebeu ameaças de morte por não empregar latinos de verdade. A imprensa local publicava listas em que se denunciavam restaurantes que ‘cozinham a comida de outros países à custa dos povos dessas mesmas culturas’.”

Revista Oeste

Além do artigo de Dagomir Marquezi, a Edição 57 da Revista Oeste traz reportagens especiais e textos de J. R. Guzzo, Silvio Navarro, Augusto Nunes, Guilherme Fiuza, Ana Paula Henkel, Ubiratan Jorge Iorio, Rodrigo Constantino, Evaristo de Miranda, entre outros.

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