ONU condena violência para conter protestos na Colômbia

Em uma semana de manifestações, 18 civis morreram, além de um policial; Ministério da Defesa acusa dissidentes das Farc por conflitos
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Manifestações na Colômbia já duram uma semana
Manifestações na Colômbia já duram uma semana | Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Organização das Nações Unidas (ONU) condenou nesta terça-feira, 4, “o uso excessivo da força” policial para conter as manifestações na Colômbia contra a proposta de reforma tributária apresentada pelo governo do presidente Iván Duque. Em uma semana de protestos, 18 civis morreram, além de um policial.

A série de manifestações começou no dia 28 de abril. A proposta de reforma tributária, lançada no dia 15 do mês passado, foi retirada por Duque, diante da escalada de violência em todo o país.

Leia mais: “Após protestos, presidente da Colômbia retira proposta de reforma tributária”

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Segundo o Ministério da Defesa colombiano, houve 846 feridos, entre eles 306 civis. A polícia prendeu 431 pessoas. O ministro da Defesa, Diego Molano, classificou os atos como “premeditados” e responsabilizou grupos dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) — que renunciaram ao acordo de paz assinado em 2016.

No domingo 2, o ministro da Fazenda, Alberto Carrasquilla, renunciou ao cargo. “Minha continuidade no governo dificultaria a construção rápida e eficiente dos consensos necessários”, afirmou o ex-chefe da pasta. O novo ministro será o economista José Manuel Restrepo.

Leia também: “Presidente da Colômbia aciona Exército para conter protestos contra reforma tributária”

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