publicidade
Mundo

Pesquisadores flagram 'Demônio do Mar' no fundo do oceano

Animal raríssimo estava no Oceano Pacífico

demônio do mar goosefish
O goosefish foi visto usando suas nadadeiras, como se fossem pés, para se mover pelo fundo do mar | Foto: Reprodução/Twitter/X

Pesquisadores do Schmidt Ocean Institute, em colaboração com o Parque Nacional Galápagos e com a Fundação Charles Darwin, registraram imagens raras de um goosefish, uma espécie de tamboril, caminhando no fundo do Oceano Pacífico.

O animal, conhecido como “Demônio do Mar”, foi filmado a 373 metros abaixo da superfície, nas Ilhas Galápagos, no Equador. Nas imagens, o goosefish é visto usando suas nadadeiras, como se fossem pés, para se mover pelo fundo do mar.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias do Mundo em Oeste

A expedição, que teve início em 9 de outubro, tem o objetivo mapear os recifes verticais das Ilhas Galápagos. O registro do goosefish é considerado um feito raro, pois esses animais são geralmente encontrados em águas profundas e eles não costumam se mover.

Os goosefishes são encontrados nos oceanos Ártico, Atlântico, Índico e Pacífico. Eles podem atingir até 1,4 metro de comprimento e são conhecidos por sua aparência monstruosa, com cabeças grandes e bocas repletas de dentes afiados.

Tanto a cabeça como o corpo do animal são deprimidos, permitindo ao peixe um perfil achatado — o que facilita para ele se esconder no fundo do oceano. A parte superior do corpo é manchada, para que ele consiga se camuflar ainda mais. 

Leia também: “10 curiosidades sobre o Titanic”

A estratégia de caça do goosefish é se mover o mínimo possível. Em vez disso, o peixe fica no fundo do oceano e usa uma espinha carnuda, localizada no topo da cabeça, para atrair a presa.

A importância do mapeamento dos recifes verticais

Os recifes verticais das Ilhas Galápagos são um importante habitat para uma variedade de animais marinhos, incluindo peixes, corais e esponjas. O mapeamento desses recifes é importante para entender sua biodiversidade e vulnerabilidade a ameaças, como a pesca e a poluição.

Leia mais: “Peixe Matusalém pode ter mais de 100 anos”

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade