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Presidenciáveis de direita já foram assassinados no Equador e na Colômbia

Reportagem da Edição 288 da Revista Oeste relembra os homicídios de Fernando Villavicencio e Miguel Uribe Turbay

fernando villavicencio e miguel uribe turbay - presidenciáveis assassinados no Equador e na Colômbia
Fernando Villavicencio (esquerda) e Miguel Uribe Turbay (direita): políticos de direita que foram assassinados durante campanhas presidenciais | Foto: Reprodução/Redes sociais e Reprodução/X

No intervalo de dois anos, dois presidenciáveis que representavam a direita foram assassinados na Colômbia e no Equador. Em meio à repercussão do homicídio do ativista conservador Charlie Kirk, nos Estados Unidos, reportagem da Revista Oeste relembra os crimes contra políticos na América do Sul.

Em agosto de 2023, Fernando Villavicencio era um dos candidatos à Presidência do Equador. Ele, no entanto, não chegou a disputar a eleição de fato. Crítico do narcotráfico, o político não resistiu aos três tiros que acertaram a sua cabeça dez dias antes da realização do primeiro turno. A facção criminosa Los Lobos reivindicou o crime.

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A lista de presidenciáveis de direita assassinados no continente sul-americano conta com Miguel Uribe Turbay. Então senador, ele, assim como Villavicencio, não teve a chance de se tornar presidente de seu país, a Colômbia. Atingido com um tiro na cabeça em 7 de junho, quando realizava comício na capital, Bogotá, ele morreu no dia 10 de agosto deste ano, depois de dois messes internado em estado grave.

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No dia em que balearam Turbay, o presidente da Colômbia, o esquerdista Gustavo Petro, prestou solidariedade, mas ao criminoso. “As leis e as normas nos obrigam a proteger a criança”, disse Petro, ex-guerrilheiro do M-19. A “criança” em questão tinha 15 anos. As leis evocadas pelo presidente colombiano não protegeram a vida de um político de direita.

Presidenciáveis que sobreviveram a atentados

Em setembro de 2018, outro presidenciável sul-americano escapou de tentativa de assassinato. Durante passeata em Juiz de Fora (MG), o então candidato a presidente do Brasil Jair Bolsonaro foi alvo da fúria de Adélio Bispo, ex-militante do Psol, que o esfaqueou.

Adélio Bispo, responsável por esfaquear Jair Bolsonaro
Adélio Bispo, que esfaqueou Jair Bolsonaro em setembro de 2018, integrou a lista de filiados do Psol | Foto: Reprodução/Redes sociais

Bolsonaro sobreviveu, mas já encarou cinco cirurgias no abdômen, região atingida pela facada.

Presidenciáveis de direita também passaram por apuros nos EUA. Donald Trump foi outro a escapar de atentado. Meses antes de conquistar o direito de retomar o comando da Casa Branca, um tiro atingiu a orelha direita do republicano durante comício em Butler, na Pensilvânia. A tentativa de assassinato ocorreu em 13 de julho de 2024.

Os casos dos presidenciáveis assassinados ou que escaparam de atentados constam na reportagem de capa da Edição 288 da Revista Oeste. Disponível à comunidade de mais de 100 mil assinantes da publicação, a reportagem “Vítimas da intolerância” também se propõe a apresentar quem era Charlie Kirk. Norte-americano e ativista conservador, Kirk morreu, depois de levar um tiro no pescoço, no dia 10 de setembro.

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