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Presidente da Coreia do Sul fala em acabar com o consumo de carne de cães

Aumenta no país número de pessoas que condenam a prática, cada vez mais limitada 

Cães destinados a restaurantes na Coreia do Sul (Foto: reprodução World Animal News)

“Não chegou o tempo de considerar com prudência a proibição do consumo de carne de cães?” A pergunta foi feita pelo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in. O presidente segue a opinião pública do país. Segundo o jornal The Times, quase quatro em cada cinco sul-coreanos aprova a proibição. 

Leia também: EUA negam ter abandonado cães antiexplosivos no Afeganistão

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Parte dessa tendência se deve ao fato de que, entre 2015 e 2020, o número de cães e gatos adotados como pets cresceu de 2,5 milhões para 6,3 milhões. Os sul-coreanos estão vendo os cães cada vez mais como uma companhia e menos como um prato. Além disso, estão cada vez menos tolerantes com a crueldade praticada contra os animais. Cães são criados em condições deploráveis em “fazendas” e torturados até a morte nos restaurantes para que suas carnes fiquem mais “macias”. O mesmo acontece na China.

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