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Primeiro-ministro de Macron quebra recorde: menos de um mês no cargo

Lecornu entregou renúncia na manhã desta segunda-feira, 6

Emmanuel Macron, presidente francês, em uma conferência para a imprensa sobre as prioridades do seu partido e dos seus aliados para as eleições legislativas antecipadas em Paris, França (12/6/2024) | Foto: Reuters/Stephane Mahe

Sébastien Lecornu renunciou ao cargo de primeiro-ministro da França nesta segunda-feira, 6. O político havia assumido o posto 27 dias antes, por indicação do presidente Emmanuel Macron.

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Antes de Lecornu, o primeiro-ministro mais fugaz havia sido Michel Barnier. Também indicado pelo atual presidente francês, ele permaneceu no cargo por pouco menos de três meses — de 21 de setembro a 13 de dezembro de 2024. Além disso, foi o segundo a deixar o governo Macron depois de ocupar o posto por menos de um ano.

Até o momento, o atual presidente francês já perdeu sete primeiros-ministros. A maior parte das trocas ocorreu depois da reeleição para o segundo mandato na Presidência, em abril de 2022. Antes disso, apenas dois políticos haviam ocupado o cargo a serviço do atual presidente. São eles: Édouard Philippe (de junho de 2017 a julho de 2020) e Jean Castex (de julho de 2020 a maio de 2022).

Outros primeiros-ministros no segundo mandato de Macron

No início do segundo mandato, Macron nomeou Élisabeth Borne como primeira-ministra (maio de 2022 a janeiro de 2024) — o último nome a permanecer pelo menos um ano no cargo. Depois dela, também tomaram posse Gabriel Attal (janeiro de 2024 a setembro de 2024), François Bayrou (dezembro de 2024 a setembro de 2025), além dos já citados Barnier e Lecornu.

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1 comentário
  1. Fernando Feijó
    Fernando Feijó

    A França não tem saída do modo como tem sido conduzida. A vaidade sem estilo e a mania das grandezas sem currículo, atributos de 1a qualidade Sr. Macron, queco acompanham desde que assumiu o segundo mandato, deu na derrocada da situação politico-economica da França. Muita coisa este brilhante país perdeu. A mais importante, oficialmente é a lingua da União Europeia e foi relegada para os fundos e viu a ascensão da lingua inglesa, infelizmente muito mal tratada pelos funcionários públicos dessa instituição, que mais parece um grupo de amigos que se juntam para conversar. A França com a sua predominância por direito histórico está em queda acentuada, sem que a segurem, por causa de preconceitos políticos que a nada conduzem. Mme Le Pen está na calha. Será que os preconceituosos ao invés do povo, vão aceitar?

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