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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, reconheceu nesta domingo, 28, que o país enfrenta escassez de combustíveis devido a ataques de drones da Ucrânia contra refinarias.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, reconheceu neste domingo, 28, que o país enfrenta escassez de combustíveis em consequência dos ataques de drones promovidos pela Ucrânia contra refinarias de petróleo.
Durante entrevista à televisão estatal, Putin classificou o momento como um “período difícil”, mas afirmou que a situação permanece sob controle. Segundo ele, as autoridades trabalham para restabelecer o abastecimento e ampliar as importações de combustíveis para reduzir os efeitos da crise.
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“A Rússia enfrenta uma certa escassez”, declarou o presidente, ao acrescentar que o problema não atingiu um nível crítico.
A manifestação representa um dos primeiros reconhecimentos públicos de Putin sobre os impactos da campanha ucraniana contra a infraestrutura energética russa.
Ucrânia amplia ataques contra refinarias russas
Nos últimos meses, a Ucrânia intensificou o uso de drones de longo alcance para atingir refinarias e instalações estratégicas em território russo. Segundo o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, as forças de Kiev realizaram ataques contra refinarias localizadas nas regiões de Krasnodar e Yaroslavl.
Os bombardeios também atingiram a Crimeia. A região foi anexada pela Rússia em 2014, onde ataques recentes provocaram interrupções no fornecimento de energia e dificuldades no abastecimento de combustíveis.
Apesar dos prejuízos, Putin afirmou que a ofensiva militar russa continuará. O presidente também declarou que Moscou reforçará os sistemas de defesa aérea em torno das refinarias e acelerará os reparos das instalações atingidas.
Zelensky, por sua vez, afirmou que a campanha de ataques busca comprometer a logística militar russa e aumentar a pressão sobre Moscou para encerrar a guerra.
Mesmo com o avanço das ofensivas ucranianas contra a infraestrutura energética, Putin sustentou que a Rússia mantém capacidade de reação e declarou que os meios de ataque de longo alcance do país continuam “muito mais poderosos, precisos e destrutivos”.
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