publicidade
Mundo

Qual a nacionalidade de um bebê que nasce a bordo de avião?

Cidadania pode variar de acordo com o local e as leis de cada país

O comandante do avião é responsável por tomar as decisões necessárias para assegurar a segurança da mãe e do bebê | Foto: Reprodução/Redes sociais
O comandante do avião é responsável por tomar as decisões necessárias para assegurar a segurança da mãe e do bebê | Foto: Reprodução/Redes sociais

A nacionalidade de um bebê que nasce durante um voo pode variar de acordo com o local e as leis de cada país. Apesar de não ser tão grave quanto outras emergências médicas, o evento requer total atenção da tripulação. O comandante do avião é responsável por tomar as decisões necessárias para assegurar o melhor desfecho.

Se o trabalho de parto iniciar durante o voo, o comandante deve tomar várias decisões de forma rápida. Os comissários de bordo auxiliam a gestante e, caso haja um médico voluntário presente, este pode oferecer ajuda e manter a equipe informada.

Receba nossas atualizações

A decisão de realizar um pouso imediato ou continuar o voo depende da avaliação médica e dos riscos para a mãe e o bebê, recomendando-se pousar no aeroporto mais próximo em caso de risco.

O bebê nasceu no voo, e agora?

Aborto bebê
Incidência de nascimentos em voos é baixa | Foto: Reprodução/Freepik

Se o bebê nascer sem complicações imediatas, os pilotos devem executar alguns procedimentos administrativos. Se o nascimento ocorrer sobre território nacional, o comandante deve registrar as coordenadas geográficas e o horário do nascimento no diário de bordo.

Essas informações são utilizadas para o registro oficial do nascimento na cidade onde o avião aterrissar. A nacionalidade do bebê pode ser determinada por diversos fatores, como o espaço aéreo sobrevoado ou as leis de nacionalidade dos pais. Por exemplo, nos Estados Unidos, qualquer pessoa nascida em seu território é elegível para a cidadania americana.

A incidência de nascimentos em voos é baixa, pois geralmente gestantes não viajam depois do sétimo mês de gravidez, a menos que possuam uma autorização médica. No Brasil, a maioria das companhias aéreas permite que gestantes viajem até o sétimo mês sem necessidade de autorização médica, mas após esse período, é exigida uma avaliação médica.

Voo de graça vitalício e mãe deportada

Em 2020, um bebê nasceu durante um voo da EgyptAir de Cairo para Londres. Os pilotos, ao serem informados que a mãe estava em trabalho de parto, desviaram o voo para Munique, na Alemanha. A criança passagens aéreas vitalícias para qualquer destino operado pela EgyptAir.

Em outro incidente, em 2015, um bebê que nasceu em um voo de Taiwan para Los Angeles foi considerado cidadão americano. A mãe foi deportada depois de ser acusada de mentir sobre a semana de gestação em que se encontrava, e o bebê ficou sob a custódia do serviço social dos Estados Unidos.

+ Leia mais notícias do Mundo em Oeste

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade