publicidade
Mundo

Reino Unido quer se tornar uma superpotência espacial

Países como Inglaterra e Escócia planejam lançamentos espaciais até o fim deste ano

Reino Unido superpotência
Foguete Virgin Orbit. Imagem: Matthew Horwood/Getty Images/Reprodução

Hoje, a imagem que frequentemente é veiculada de um país superpotência está associada à capacidade de exploração espacial; este certamente não é o caso do Reino Unido. Apesar do significativo parque industrial, nem todas as nações do chamado Primeiro Mundo são potências tecnológicas, tampouco têm a infraestrutura para a exploração espacial. O Reino Unido — Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte — é um exemplo perfeito de nação desenvolvida desprovida de tecnologia suficiente para a exploração do espaço. O Reino Unido não é uma superpotência, mas tal realidade pode mudar. 

Em janeiro, uma multidão reuniu-se no Aeroporto de Newquay, localizado na costa norte da Cornualha, a fim de testemunhar a escrita de mais um capítulo da história da Inglaterra. Trata-se da missão “Star Me Up”, projeto que planeja lançar os primeiros satélites a partir do solo britânico. Os instrumentos de monitoramento serão levados à órbita da Terra por um foguete Virgin Orbit LaunchetOne, lançado na atmosfera por um Boeing 747- 400 modificado especialmente para o projeto.  

Receba nossas atualizações

A missão, no entanto, não obteve êxito, porque o foguete e seus nove pequenos satélites nunca entraram em órbita. Mas a experiência não diminuiu o ânimo daqueles que trabalham na indústria espacial do Reino Unido. Na Escócia, há duas instalações preparando lançamentos para o fim deste ano, e há também quatro centros de lançamentos espaciais em construção no país. Apesar de todo o esforço dos cientistas e engenheiros do Reino Unido, a empresa Virgin Orbit — essencial para a logística dos projetos — planeja dispensar funcionários, em função de uma reestruturação interna.  

O Reino Unido, apesar de tudo, ensaia com entusiasmo o seu ingresso no competitivo mercado das empresas espaciais. Mesmo com as questões em torno da sustentabilidade ambiental e do lixo espacial ameaçando o andamento dos projetos.

Leia mais sobre:

0 comentários
  1. Judson Benedito Brisolla Franchi
    Judson Benedito Brisolla Franchi

    Com certeza, mas nem tanto.

    Na 2° Guerra teve aviões fantásticos, após tanto aviões militares quanto civis de vanguarda.

    Porém na atualidade nem avião de papel.

  2. José Antonio Debon
    José Antonio Debon

    Mais fácil é o reino unido se tornar o novo estado americano do que superpotência espacial.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade