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Rubio inclui Brasil na lista de 'não amigos' dos EUA

Secretário de Estado citou cenário eleitoral brasileiro ao comentar relação de Washington com países da América Latina

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Declaração de Marco Rubio aconteceu durante audiência no Congresso dos Estados Unidos | Foto: Reprodução/Redes Sociais/YouTube/Fox News

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, incluiu o Brasil entre os países que representam desafios para a política externa norte-americana. A declaração ocorreu nesta terça-feira, 2, durante uma audiência no Congresso dos EUA.

Ao analisar o cenário político da América Latina, Rubio afirmou que Washington conta com uma coalizão formada por mais de uma dúzia de países considerados aliados. Em seguida, mencionou Cuba, Nicarágua, Venezuela e Brasil como exceções dentro da região.

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Segundo o secretário, o Brasil atravessa um ciclo eleitoral, fator que influenciaria o atual momento da relação entre os dois países. Rubio também citou a Colômbia e classificou o governo do presidente Gustavo Petro como “problemático”.

Durante a audiência, o secretário de Estado não detalhou os critérios utilizados para incluir o Brasil no grupo de países considerados desafiadores para os interesses norte-americanos. Tampouco informou quais nações integram a coalizão de governos apontada por ele como aliada dos EUA.

Declaração ocorre em meio a divergências com o governo Lula

A fala de Rubio ocorre em meio ao aumento das divergências entre o governo de Donald Trump e a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na semana passada, os Estados Unidos anunciaram que vão classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. A medida recebeu críticas do governo Lula.

Outro ponto de discordância envolve a área comercial. O governo Trump apresentou nesta segunda-feira, 1º, uma proposta de tarifa de 25% sobre uma lista de produtos importados do Brasil. A iniciativa foi apresentada pelo Escritório de Representação Comercial dos Estados Unidos, depois da conclusão de uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio, de 1975.

Segundo o órgão, práticas adotadas pelo governo brasileiro seriam “irrazoáveis” e estariam restringindo o comércio norte-americano. Com o encerramento da investigação, Washington abriu uma fase de consulta pública antes de decidir sobre a adoção das medidas tarifárias.

A investigação teve início em julho do ano passado por determinação de Trump.

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3 comentários
  1. Messias Rodrigues Pereira
    Messias Rodrigues Pereira

    Carca o ferro EUA, quero ver estes petistas gemendo. Pode ser pior para nós, tão vendo que acaba este ano, vai aumentar o roubo até fim do ano.

  2. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    A intenção dos EUA é sufocar as organizações criminosas. Pois as tarifas é sobre a organização criminosa no governo brasileiro.

  3. Almicre Piovezan
    Almicre Piovezan

    O Brasil clama por mudança de governo. Ninguém mais suporta esse governo de esquerda que está destruindo o país.

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