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Rússia controla um quinto da Ucrânia, diz Zelensky

Ucranianos conseguiram manter a soberania em territórios no sul, mas as principais cidades permanecem cercadas

Rússia
Foto: Reprodução/Flickr

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse nesta quinta-feira, 2, que o Exército da Rússia ocupa um quinto do território de seu país.

Em meio aos intensos combates e pesadas perdas sofridas pelos Exércitos da Rússia e da Ucrânia, a chegada de armas ocidentais sofisticadas dos Estados Unidos e da Alemanha poderiam alterar a dinâmica do conflito.

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“Se você olhar para toda a linha de frente, há mais de mil quilômetros”, disse o presidente ucraniano. “Apenas imagine! Combates frequentes, que se estenderam ao longo da linha de frente por mais de mil quilômetros.”

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Por enquanto, o principal foco militar de Moscou é a captura de Sievierodonetsk, a última grande cidade da região de Luhansk, no leste da Ucrânia, que não está nas mãos dos russos. O Kremlin usou seu poder de artilharia e passou a controlar mais de 70% da metrópole.

As consequências da guerra também estão reverberando além da Ucrânia. A Opep+, uma aliança formada por 26 países produtores de petróleo, concordaram em aumentar a produção.

Washington tem pressionado por um aumento na oferta, para lidar com o alto preço do petróleo. Essa escalada tem prejudicado as economias dos EUA e de outros países.

Leia mais: “A Ucrânia resiste”, reportagem de Edilson Salgueiro publicada na Edição 102 da Revista Oeste

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2 comentários
  1. John Wayne
    John Wayne

    O “líder” ucraniano, ator profissional, continua atuando na presidência do país, como se estivesse em um filme “c”, ou seja, muito mal.

    A Rússia já ocupa mais do que o ucraniano diz, mas isso não é o que importa agora. Muitas das armas que chegam do Ocidente para a Ucrânia, são obsoletas ou são destruídas pelos russos, antes que os ucranianos aprendam a usá-las.

    O maior problema é esse: o Ocidente ajuda a perpetuar a guerra e o risco dela se tornar global aumenta, pois os russos não vão aceitar isso por muito tempo. Guerra nuclear? Bem, esse é o pior dos cenários, mas uma guerra convencional se espalhando, já será muito grave para todo o planeta. Será esse o interesse do Ocidente? Se for, o custo será impagável. Oremos.

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