O Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela (TSJ) divulgou, neste sábado, 3, um comunicado oficial no qual rejeita a “agressão militar” dos Estados Unidos contra o país. O órgão, equivalente ao Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, classifica como “sequestro” a captura do ditador Nicolás Maduro e de sua mulher, Cilia Flores.
No texto, o tribunal “rejeita e repudia categoricamente a gravíssima agressão militar” perpetrada pelos EUA “contra a população, o território venezuelano e o sequestro do chefe de Estado”.
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Segundo o comunicado do “STF” da Venezuela, a atuação dos EUA representa “uma flagrante violação da Constituição, das leis da República e do Direito Internacional”, com menção direta à Carta das Nações Unidas, “que consagra o respeito à soberania, a igualdade jurídica dos Estados e a proibição do uso da força”.
O tribunal sustenta ainda que denunciou o episódio à comunidade internacional e afirma que a ação teria como objetivo “apoderar-se dos recursos estratégicos da Venezuela”. No texto, o Judiciário venezuelano faz um chamado para “unir esforços em garantia da paz e da estabilidade da América Latina e do Caribe”.
Na parte final do comunicado, o TSJ declara apoio aos demais poderes públicos do país, “especialmente ao Poder Executivo”, para o desenvolvimento de “todas as ações e mecanismos jurídicos para exigir a condenação de tais fatos”. O texto afirma também que o Poder Judiciário “se une ao povo da Venezuela, em defesa da independência e da soberania do nosso país”, e reafirma “compromisso com a vida, com a paz e com a Justiça”.
“STF” da Venezuela reage a operação
O posicionamento do tribunal ocorre horas depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar publicamente que capturou Maduro durante uma operação na Venezuela. Em publicação nas redes sociais, o chefe da Casa Branca classificou a ação como um “ataque em larga escala” e disse que a ação foi um “sucesso”, realizada em conjunto com forças de segurança norte-americanas.
As autoridades do país sul-americano decretaram estado de emergência e anunciaram mobilização geral de forças sociais e políticas do país. O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yvan Gil, afirmou que as explosões configuram uma “agressão militar perpetrada pelo governo dos EUA” e declarou que a ação violaria a soberania venezuelana e a Carta das Nações Unidas.
Leia também: “A América sempre reage”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 242 da Revista Oeste









































Aguardando ansioso Algum Ministro Do Nosso STF fala que Trump deu um Golpe de estado na Venezuela ou que atacou a Soberania dos Venezuelanos.
Eita,,,o stf da venezuela está igual ao nosso ” sem noção de perigo”
O gente. Ainda se acham que comunicado deles valem alguma coisa. É bom se preparar pois o grosso vem por ai. E para a turma do Brasil tb.
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STF da Venezuela = piada pronta kkkkkk
É o máximo que ele pode fazer emitir nota de repúdio é só. O nosso aqui tbm não consegue fazer nada sem o apoio da gestapo