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Trump anuncia acordo comercial com a China

Parte da negociação inclui o aceite de estudantes chineses nos EUA

china EUA Trump Xi
Donald Trump, presidente dos EUA, e Xi Jinping, presidente da China, no início de sua reunião bilateral na cúpula dos líderes do G20 em Osaka, Japão (29/6/2019) | Foto: Reuters/Kevin Lamarque

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira, 11, em publicação na rede social Truth Social, que autoridades norte-americanas e chinesas firmaram um acordo comercial durante um encontro realizado em Londres, na última segunda-feira, 9.

O pacto também prevê a entrada de estudantes chineses nos EUA, em meio ao pente-fino do governo Trump em Harvard e estudantes estrangeiros. “Nosso acordo com a China está feito, sujeito à aprovação final minha e do presidente Xi”, escreveu Trump. “Ímãs completos e todas as terras raras necessárias serão fornecidos, de primeira, pela China.”

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Segundo Trump, o acordo estabelece tarifas recíprocas: os EUA imporão uma taxa de 55% sobre produtos chineses, enquanto a China aplicará uma tarifa de 10% sobre produtos norte-americanos.

O presidente dos EUA reforçou que a aceitação de estudantes chineses faz parte do acordo. “Da mesma forma, forneceremos à China o que foi acordado, incluindo estudantes chineses que utilizam nossas faculdades e universidades (o que sempre foi bom para mim)”, afirmou.

Trump e Xi se comunicaram anteriormente

Na última quinta-feira, 5, Trump e o governante chinês, Xi Jinping, tiveram a primeira conversa oficial desde o início do segundo mandato do republicano. Segundo o norte-americano, a conversa durou cerca de uma hora e meia e abordou detalhes do novo acordo comercial.

“Acabei de concluir uma excelente conversa telefônica com o presidente Xi, da China, em que discutimos algumas das complexidades do nosso acordo comercial recentemente firmado e aprovado”, disse Trump. “A conversa durou, aproximadamente, uma hora e meia e resultou em uma conclusão muito positiva para ambos os países.”

Em 14 e 15 de maio, representantes dos dois países se encontraram em Genebra, na Suíça, para uma tentativa de atenuar a guerra comercial. As duas maiores economias do mundo concordaram em reduzir tarifas sobre produtos importados por um período de 90 dias.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o representante comercial Jamieson Greer anunciaram que as tarifas norte-americanas sobre produtos chineses seriam reduzidas de 145% para 30%. A China, por sua vez, reduziria suas tarifas de 125% para 10%.

Em comunicado conjunto, os dois países se comprometeram a manter as negociações em um “espírito de abertura mútua, comunicação contínua, cooperação e respeito mútuos”.

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2 comentários
  1. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    BEM FIZ EM CANCELAR A MINHA ASSINATURA NO UOL. Nada como a VERDADE, os FATOS e a HISTÓRIA para desmantelar as narrativas da velha, fétida, podre e desacreditada imprensa de aluguel. Já disse aqui e lá no UOL que países não têm amigos, mas interesses. Um sujeito tolo como o tal Jamil Chade que gosta muito do comunismo mas mora em Nova York, em diversas matérias espalhou suas fake nem tão news assim sobre o ” autoritarismo, terrorismo comercial e injustiças tributárias “, mas volta para anunciar que “Trump anuncia acordo: China fornece terras raras, EUA aceitam estudantes.” Claro que gente como Jamil Chade não tem compromisso com a verdade, mas acha que todas as pessoas são iguais a ele. Metido a especialista em RELAÇÕES INTERNACIONAIS, Jamil vive afogado na sua própria ignorância e indigência moral e profissional. Mas eis que DONA HISTÓRIA contraria as estultices do coitado do Jamil. ” Reino Unido, Austrália, Canadá, Nova Zelândia e Noruega impõem sanções contra ministros de ” EXTREMA DIREITA ” ” Sanções e outras medidas contra os ministros israelenses Itamar Ben-Gvir (Segurança Nacional) e Bezalel Smotrich (Finanças) por “incitação à violência contra palestinos na Cisjordânia”. Eis a íntegra do comunicado (PDF – 171 kB, em inglês). As sanções restringem o direito de viagem e congelam ativos financeiros dos 2 integrantes do gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu (Likud, direita), mas no UOL, nem Jamil ousou tocar no assunto, posto que poderia lembrar aos falsos democratas do STF que a Lei Magnitsky paira sobre suas cabeças. A expressão “espada de Dâmocles” simboliza um perigo iminente ou uma ameaça constante, que paira sobre alguém, deixando-o em constante estado de apreensão e insegurança. A metáfora vem da lenda grega sobre o tirano Dionísio de Siracusa, que, para mostrar a Dâmocles a dificuldade de ser rei, pendurou uma espada por um fio de cabelo acima da sua mesa de banquetes. Nada como a HISTÓRIA, a VERDADE e os FATOS para desnudar os maus profissionais do jornalismo, antro no qual Jamil Chade se refestela.

  2. eber alves dutra
    eber alves dutra

    “Em diplomacia não existe amizade, existem interesses.”
    É assim que dois “sujeitos homens” agem para defender a nação e os interesses dos povos.
    A Discórdia também é parte da discussão diplomática.
    Errou que apostou na beligerância burra, achando que a China ganharia ou os US perderia. Os dois ganharam e se preparam para muitos anos com o papel comercial de cada um bem definido.
    Ainda bem que, para conseguir acordo, não foi preciso que nenhum dos dois presidentes precisou de tirar o sapato e se deitar com os artistas, rolando no chão.
    Coisa de gente jéca ou de “francês”.

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