Cuba é uma “nação falida”, afirmou Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, no sábado, 16. A declaração ocorreu em resposta a questionamentos sobre uma eventual intervenção na ilha, como a realizada na Venezuela. De acordo com o político, a ação é necessária nesse cenário. Ele também declarou que seu governo mantém conversas com Havana que devem resultar em um “acordo”.
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Em janeiro, Trump ordenou a operação militar que resultou na captura do ex-ditador Nicolás Maduro em Caracas, capital da Venezuela. A queda levou ao poder Delcy Rodríguez, então vice-presidente. Ela condenou a operação militar, mas o novo governo cedeu a algumas pressões da Casa Branca. Uma delas: interromper as vendas de petróleo para o regime cubano. A medida prejudicou ainda mais o sistema de abastecimento de energia de Cuba, que já enfrentava problemas.
Sem petróleo em Cuba
Na ilha, o petróleo não serve apenas para movimentar os veículos. Quase 85% de toda a produção energética depende desse recurso — e o país necessita de importação para suprir a própria demanda. Até dezembro de 2025, a Venezuela era um dos pilares do abastecimento para Cuba. A cadeia de suprimentos foi interrompida por operações norte-americanas. Há poucos dias, funcionários do governo cubano declararam à Reuters que o socorro para o setor de energia viria da Rússia.






































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