O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi recebido nesta quarta-feira, 17, pelo rei Charles III, no Castelo de Windsor, em uma cerimônia que destacou o protocolo e a tradição britânica.
A visita oficial marca a segunda vez que Trump recebe honrarias desse porte no Reino Unido, reforçando a importância do evento na relação bilateral.
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Trump, acompanhado da primeira-dama, Melania, participou de uma série de atos cerimoniais, incluindo desfile em carruagem, salva de tiros da Guarda Real e apresentação aérea de caças F-35 das Forças Armadas dos dois países.
O banquete de gala e o rigoroso esquema de segurança deram um tom de exclusividade ao encontro.
Honrarias inéditas
Segundo autoridades britânicas, essa é a maior recepção militar cerimonial para uma visita de Estado em décadas no Reino Unido.
Normalmente, presidentes norte-americanos em segundo mandato não recebem esse tipo de homenagem.
Em 2019, a rainha Elizabeth II recebeu Trump com uma cerimônia semelhante. Agora, o rei Charles III repete o ritual.
Trump é o terceiro presidente dos EUA a ser convidado para uma visita de Estado pela Família Real britânica — e o único a repetir a ocasião.
George W. Bush e Barack Obama já participaram de cerimônias similares, enquanto Joe Biden, antecessor de Trump, reuniu-se com Elizabeth II e Charles III, mas sem as formalidades de uma visita de Estado.
Trump se reunirá com o primeiro-ministro
O ponto principal da agenda de Trump ocorre na quinta-feira, 18, em uma reunião bilateral com com o primeiro-ministro Keir Starmer, na residência oficial de Chequers.
Apesar de diferenças ideológicas, os dois líderes mantêm bom relacionamento, tendo Starmer sido o primeiro a fechar acordo para reduzir tarifas comerciais impostas pelos EUA em abril.
Leia mais:
O governo britânico espera ampliar o acordo, buscando menores taxas para aço e alumínio.
Também estão previstos debates sobre apoio à Ucrânia na guerra contra a Rússia e avanços em tratados de cooperação em tecnologia e energia nuclear.
Trump retorna aos EUA na quinta-feira 18, completando 18 dias de viagens neste segundo mandato.
Leia também: “Os ventos do Norte em tempos sombrios”, artigo de Ana Paula Henkel, publicado na Edição 287 da Revista Oeste








































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