O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou o envio de Tom Homan, conhecido como czar da fronteira, para o Estado de Minnesota. Sua missão é supervisionar as ações do Serviço de Imigração e Fiscalização Aduaneira (ICE, em inglês) nas cidades de Minneapolis e St. Paul.
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Conforme o líder norte-americano, Homan passará a responder diretamente a ele durante esse período. A decisão ocorre em meio a uma crise que envolve a atuação do ICE nas chamadas Cidades Gêmeas, onde protestos eclodiram e resultaram na morte de dois manifestantes contrários às operações federais, Renee Nicole Good e Alex Pretti. Os casos estão sob investigação por parte das autoridades responsáveis.
Trump reforça supervisão federal

Em postagem em sua rede social Truth Social, Trump afirmou que está “enviando Tom Homan para Minnesota nesta noite”. “Ele não esteve envolvido nessa área, mas conhece e gosta de muitas pessoas lá”, escreveu o republicano. “Tom é duro, mas justo, e se reportará diretamente a mim.”
Além disso, Trump informou que investigações federais e do Congresso estão em andamento sobre possíveis fraudes em benefícios sociais em Minnesota, que, segundo ele, ultrapassam US$ 20 bilhões e estariam relacionadas a episódios recentes de violência.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarou que Homan ficará responsável pela coordenação das operações do ICE no Estado e participará das investigações de fraude em andamento. Leavitt não esclareceu se a medida reflete alguma perda de confiança de Trump na atual liderança do ICE em Minnesota.
As operações do órgão têm sido alvo de críticas de grupos que acusam o governo de agir com violência e de focar imigrantes irregulares, enquanto a administração Trump atribui os protestos a agitadores organizados.
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Segundo autoridades federais, ações violentas de manifestantes em Minneapolis na semana passada impediram uma prisão de imigrante. Elas resultaram em ferimento de um agente do ICE, que teve parte do dedo mordida por um manifestante.
O comandante da Patrulha de Fronteira dos EUA, Greg Bovino, afirmou em coletiva neste domingo, 25, que agentes foram obrigados a interromper uma operação em razão de interferência de multidões, agressões a oficiais e desordem no local. Segundo ele, isso permitiu que o suspeito escapasse.
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