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Trump Jr. viaja à Groenlândia depois de pai sugerir compra da ilha

Republicano demonstrou interesse no território dinamarquês

Donald Trump Jr visita a Groenlândia | Foto: Twitter-X/Reprodução
Donald Trump Jr visita a Groenlândia | Foto: Twitter-X/Reprodução

Donald Trump Jr, o filho mais velho do presidente eleito dos Estados Unidos, viajou para a Groenlândia nesta terça-feira, 7. A visita ocorre depois que seu pai manifestou interesse na “posse e no controle” da ilha pelos EUA.

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Trump Jr. está acompanhado do ativista político Charlie Kirk e do empresário Sergio Gor, apoiadores de seu pai durante a campanha à Casa Branca. Em postagem no Twitter/X, o filho do presidente eleito afirmou apenas que “a Groenlândia é linda”.

A viagem acontece enquanto o presidente eleito, Trump, busca comprar o território, que é rico em minerais e tem importância geográfica estratégica. No entanto, o primeiro-ministro da Groenlândia, Mute Egede, recusou a proposta. “A Groenlândia é nossa”, afirmou. “Não estamos à venda e nunca estaremos à venda.”

Desde 1867, os Estados Unidos demonstram interesse em adquirir a Groenlândia, com diversas tentativas de compra da ilha. A motivação para essa ambição inclui razões estratégicas e militares, como a sua posição geográfica crucial para a defesa do Atlântico Norte e o controle do Ártico.

Durante a Guerra Fria, os EUA reforçaram sua presença na Groenlândia e estabeleceram bases militares estratégicas. Em 1946, os EUA ofereceram US$ 100 milhões em ouro pela ilha, mas a proposta foi rejeitada. Em 2019, Donald Trump reacendeu a ideia de compra e, desde então, mantém viva a proposta.

Dinamarca investe na defesa da Groenlândia

O governo da Dinamarca anunciou recentemente um grande aumento nos investimentos em defesa na Groenlândia. A ação ocorreu depois de Donald Trump ter declarado seu interesse em comprar o território insular.

Trump reiterou que a aquisição da Groenlândia é crucial para a segurança nacional dos Estados Unidos e destacou a presença de instalações espaciais e de radar, além de suas grandes reservas de minerais e petróleo, o que aumenta seu interesse econômico e estratégico.

O ministro da Defesa da Dinamarca, Troels Lund Poulsen, afirmou que o pacote representa “uma quantia de bilhões de dígitos”, entre 12 e 15 bilhões de coroas, aproximadamente entre R$ 10,3 bilhões e R$ 12,9 bilhões na atual cotação.

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Além disso, haverá investimentos no Comando Ártico e melhorias em um aeroporto civil para receber aeronaves F-35. Poulsen disse: “Não investimos o suficiente no Ártico por muitos anos; agora estamos planejando uma presença mais forte”.

Leia também: “As gafes de Joe Biden”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 204 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. Daniel BG
    Daniel BG

    Ei. Alguém realmente prestou atenção? Enquanto Rússia e China invadem, expropriam e espoliam, os EUA propõem negócio, respeitando a propriedade privada. Estamos Unidos é um exemplo moral na economia e política.

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