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Trump, sobre guerra no Irã: 'Pode terminar em breve'

Segundo o presidente norte-americano, as ações conjuntas dos EUA e de Israel reduziram a capacidade de mísseis do Irã para menos de 10%

Trump destacou que as forças dos Estados Unidos eliminaram a estrutura de comando da Irã em duas ocasiões nos últimos dez dias de conflito | Foto: Shuttestock

Durante entrevista coletiva na Flórida nesta segunda-feira, 9, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o conflito no Oriente Médio pode terminar em breve, mas destacou que o governo norte-americano não tolerará um regime hostil no Irã.

“Não queremos outro presidente que não esteja disposto a fazer o que eu estou disposto a fazer pelo bem do mundo, pelo bem da nossa nação”, afirmou Trump ao ressaltar sua posição diante da liderança iraniana.

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“Eu adoraria ajudá-los, mas eles precisam estar em um sistema que permita que sejam ajudados, e agora estão em um sistema que só permite o fracasso”, disse o presidente.

O presidente norte-americano disse que a guerra não terminará nesta semana, mas em breve, e acrescentou que as forças dos Estados Unidos eliminaram a estrutura de comando do Irã em duas ocasiões nos últimos dez dias de conflito.

Ele também observou que a maioria das pessoas desconhecia quem eram esses líderes.

Resultados das ações militares

Segundo Donald Trump, as ações conjuntas dos Estados Unidos e de Israel reduziram a capacidade de mísseis do Irã para menos de 10% e fizeram os ataques com drones cair 83%, indicando avanço acelerado no conflito.

“Podemos parar por aqui, mas vamos avançar mais”, afirmou o líder norte-americano.

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Ameaças a instalações estratégicas e possíveis desdobramentos

Donald Trump ressaltou que, se o regime do Irã continuar a impedir o fluxo global de petróleo, os Estados Unidos poderão atacar instalações estratégicas de energia, mas ressaltou que usariam essa alternativa apenas como último recurso.

“Deixamos alguns dos alvos mais importantes para depois, caso precisemos fazer isso”, afirmou. “Se atingirmos esses alvos, vai levar muitos anos para serem reconstruídos. Os alvos têm a ver com a produção de eletricidade e muitas outras coisas. Não queremos fazer isso se não for necessário.”

Leia também: “A linguagem que os tiranos entendem”, artigo de Ana Paula Henkel, publicado na Edição 312 da Revista Oeste

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