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Trump vai receber María Corina Machado em Washington

Presidente dos EUA disse estar 'ansioso' para se reunir com a líder da oposição da Venezuela

María Corina Machado Trump Nobel Venezuela
A líder opositora venezuelana María Corina Machado | Foto: Reprodução/ Redes sociais

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na quinta-feira 8 que a líder da oposição venezuelana e vencedora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, deve viajar a Washington na próxima semana. Trump disse estar “ansioso” para se reunir com ela.

“Entendo que ela virá em algum momento na próxima semana”, declarou Trump, em entrevista à Fox News. “Estou ansioso para cumprimentá-la”.

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Na mesma emissora, María Corina declarou que gostaria de entregar o Prêmio Nobel da Paz a Trump, em reconhecimento ao que chamou de empenho do presidente americano em restaurar a democracia na Venezuela. “Ouvi dizer que ela queria fazer isso. Seria uma grande honra”, respondeu Trump.

Em Oslo, porém, o Instituto Nobel afirmou que a transferência do prêmio é impossível. “Um Prêmio Nobel não pode ser revogado ou transferido para outra pessoa”, disse à AFP o porta-voz da instituição, Erik Aasheim. Segundo ele, o laureado pode apenas decidir o destino do valor em dinheiro.

Trump já havia criticado publicamente María Corina depois da captura de Nicolás Maduro, afirmando que ela não teria apoio nem respeito dentro da Venezuela. Apesar de tentar adotar um discurso conciliador, a opositora não conta com o respaldo do presidente americano para a indicação ao Nobel da Paz — um prêmio que Trump já demonstrou desejar.

María Corina Machado agradece Trump e celebra manifestações

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Maria Corina Machado comemorou ação na Venezuela | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

No início da semana, María Corina Machado publicou um agradecimento pela atuação do presidente dos EUA, Donald Trump. No texto, publicado na segunda-feira 5, ela destaca a “firmeza e determinação” do norte-americano no “cumprimento da lei”.

“A Venezuela será a principal aliada dos Estados Unidos em termos de segurança, energia, democracia e direitos humanos”, disse María. “A liberdade do país está próxima e logo vamos comemorar em nossa terra.”

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Além de comentar a atuação dos EUA, a ganhadora do Nobel também falou sobre o número de países que registraram comemorações de venezuelanos: foram 30 países e 130 cidades, segundo ela. María afirma que eles saíram às ruas “para celebrar um passo enorme que marca a inevitabilidade e a eminência da transição na Venezuela”.

No fim de semana, entretanto, Trump disse que María Corina não tem condições de liderar a Venezuela. De acordo com o presidente norte-americano, ela não reúne apoio da maioria do país,

1 comentário
  1. Omar Manne
    Omar Manne

    Ótima reportagem, parabéns.
    No entanto, como crítica construtiva, não seria mais correto grafar Iminência, ao ao invés de Eminência?
    Saudações.

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