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Turquia quer controlar as redes sociais

O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, anunciou que o país vai introduzir regulações para controlar as redes sociais ou para fechá-las

Turquia redes sociais
O presidente Erdogan | Foto: Gerd Altmann/ Pixabay

A Turquia vai apresentar um projeto para controlar as redes sociais do país; anúncio foi feito pelo presidente do país, Tayyip Erdogan

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O presidente Erdogan | Foto: Gerd Altmann/ Pixabay

O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, anunciou que o país vai introduzir regulações para controlar as redes sociais ou para fechá-las. O anúncio aconteceu após familiares dos presidentes terem sido insultados nessas plataformas.

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Na última terça-feira, o ministro das Finanças, Berat Albayra, anunciou o nascimento do seu quarto filho no Twitter. A esposa de Albayra é filha de Erdogan e foi xingada por alguns usuários.

Veja também: “47 organizações criticam PL das ‘fake news’”

Onze usuários acusados de realizar os insultos foram detidos pela Polícia da Turquia, de acordo com a agência de notícias Reuters.

Em um discurso para os membros do seu partido, o AK, Erdogan afirmou que vai apresentar uma nova regulação para o controle das redes sociais. De acordo com o presidente, essas redes, pela falta de regulação, são locais de “atos imorais”.

“Essas plataformas não se adequam a esta nação. Nós queremos fechar, controlar, com um projeto de lei no Parlamento o mais rápido possível”, afirmou.

De acordo com o presidente, as empresas de mídia social vão ser forçadas a apontar representantes na Turquia para responder requerimentos legais.

Projeto anterior

Em abril, o AK já apresentou uma medida similar como o objetivo de controlar as redes sociais. Esse projeto estava junto a um conjunto de lei com o objetivo de incentivar a economia turca em meio à pandemia do coronavírus.

De acordo com esse projeto, as empresas teriam que ter representantes no país, ou teriam a sua banda diminuída em 95%, o que na prática torna elas indisponíveis. Esse projeto de lei acabou sendo retirada após as críticas da oposição.

Apesar de não possuir nenhuma regulamentação, o governo da Turquia já limita o acesso a essas redes durante operações militares e durante a pandemia do coronavírus.

Em junho, o Twitter suspendeu mais de 7 mil contas que apoiam Erdogan. O governo acusou a empresa de tentar interferir na política turca.

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3 comentários
  1. João Frossard
    João Frossard

    Brasil no mesmo rumo autoritário da Turquia. Quem diria…

  2. Leila
    Leila

    Olha o Xandy exportando IDEIAS AUTORITÁRIAS para ditadores! Aí o STF e o Congresso dizem defender a “democracia”. Eita, Vergonha Nacional!!

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