Ucrânia x Rússia: a primeira guerra causada pelos ambientalistas

Se a Alemanha não dependesse do gás e do petróleo russos, a Rússia talvez não tivesse dinheiro para começar uma guerra
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Marcha contra as 'mudanças climáticas', em Londres - 21/09/2014 Foto: Garry Knight
Marcha contra as 'mudanças climáticas', em Londres - 21/09/2014 Foto: Garry Knight

“O conflito na Ucrânia é, em certo sentido, a primeira guerra causada ou no mínimo propiciada pelos ambientalistas”, resumiu o colunista da Revista Oeste Theodore Dalrymple.

Segundo ele, se o movimento não tivesse insistido tanto para que a Alemanha abandonasse toda a geração de energia nuclear, o país não seria tão dependente do gás e do petróleo russos e, por consequência, a Rússia talvez não tivesse os recursos financeiros para começar uma guerra.

“Se Angela Merkel era na verdade uma agente russa ou simplesmente agia como tal sob pressão política dos ativistas verdes, não é uma questão importante, uma vez que o efeito e o resultado foram os mesmos”, observou o colunista.

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“A guerra tinha apenas duas semanas quando participei de uma reunião de um grupo de ativistas ambientais na minha pequena cidade na Inglaterra. Não me entenda mal: eu acredito que a poluição de todos os tipos é um problema sério e que a destruição do meio ambiente é desastrosa sob muitos pontos de vista. Mas o grupo era composto de monomaníacos com uma visão de mundo simplista e apocalíptica, em que não existem custos econômicos, políticos e sociais sérios para os métodos que eles propõem para evitar a catástrofe que afirmam ser iminente.”

“O grupo exige o fim imediato do uso de combustíveis fósseis em toda e qualquer circunstância. E uma participante orgulhosamente relatou ter passado a tarde despejando uma substância parecida com petróleo (como se isso não contivesse óleo) na sede local do Barclays, o banco inglês que disponibiliza mais fundos para as indústrias de gás e petróleo do que qualquer outro banco inglês. Isso, claro, impôs aos demais a tarefa nada agradável de limpar a sujeira dela, mas a missão de salvar o mundo estava tão vívida na mente da ativista que isso não pesou nada em sua balança.”

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Revista Oeste

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