Uma dose do pensamento de Ronald Reagan

O deboche foi um dos principais instrumentos utilizados pelo ex-presidente dos Estados Unidos no combate à tirania
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Ronald Reagan é um dos principais expoentes do conservadorismo
Ronald Reagan é um dos principais expoentes do conservadorismo | Foto: Reprodução/Greelane

“Fidel Castro estava proferindo um discurso diante de uma multidão”, disse Ronald Reagan. “O discurso se prolongava, e uma voz começou a gritar: ‘Amendoim! Pipoca! Aperitivos!’. Ele ouviu os gritos, mas decidiu continuar o discurso. Então, a mesma voz o interrompeu novamente. ‘Amendoim! Pipoca! Aperitivos!’. Quando isso aconteceu pela quarta vez, Castro parou o discurso e ameaçou: ‘Na próxima vez, vou encontrar o engraçadinho e chutá-lo direto para Miami’. E todos na multidão começaram a gritar: ‘Amendoim! Pipoca! Aperitivos!’.”

O deboche foi um dos principais instrumentos utilizados pelo ex-presidente dos Estados Unidos no combate à tirania. O comunismo, responsável pela maior carnificina da história moderna, era um dos alvos prediletos. Mikhail Gorbachev, o último líder da União Soviética, e Fidel Castro, o eterno proprietário de Cuba, protagonizavam a maioria das anedotas de Reagan.

Em memória a um dos principais expoentes do conservadorismo norte-americano, Oeste selecionou cinco piadas que sintetizam, de maneira sutil, as mazelas enfrentadas pelos países sob domínio socialista. É como observou o ex-senador republicano Alan Simpson, em homenagem póstuma a George H. W. Bush, sucessor de Reagan na Casa Branca: “O humor é o solvente universal contra os elementos abrasivos da vida”.

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“Um norte-americano e um russo discutiam sobre seus países. O norte-americano disse: ‘No meu país, posso entrar no Salão Oval, bater na mesa e dizer: ‘Presidente, não gosto da forma como o senhor conduz nosso país’.

E o russo rebateu: ‘Eu também posso fazer isso’.

‘Pode mesmo?’, perguntou o norte-americano.

‘Claro que sim’, insistiu o russo: “Posso ir ao Kremlin, entrar no escritório do camarada Gorbachev, bater em sua mesa e dizer: ‘Senhor secretário-geral, não gosto da forma como o presidente Reagan está conduzindo os EUA’.”

“Um cachorro norte-americano, um cachorro polonês e um cachorro russo se encontraram. O cão norte-americano descreveu sua vida nos Estados Unidos: ‘Sabe como é: você late, tem de latir. E, depois de latir por um tempo, aparece alguém e te dá um pedaço de carne’.

O cão polonês perguntou: ‘O que é carne?’

E o cão russo: ‘O que é latir?’.”

“Certa vez, na União Soviética, um comissário foi às propriedades rurais para coletar impostos. Ele agarrou o primeiro agricultor que viu e perguntou:

— Como vai a plantação?

— Está indo muito bem, nunca esteve melhor, respondeu o agricultor.

— E as batatas, como estão?

— Ah, camarada comissário, se pudéssemos colocar todas as batatas colhidas numa única pilha, alcançariam o pé de Deus.

— Isso é a União Soviética, não há nenhum Deus.

— Ah, tudo bem, porque não há nenhuma batata aqui.”

“A maior parte dos automóveis na União Soviética é dirigida por burocratas; o governo providencia carros e motoristas e a coisa toda.

Eis que uma ordem foi dada à polícia para que todos os motoristas flagrados acima da velocidade permitida fossem multados, não importa quem fossem.

Um dia, Gorbachev estava em sua casa de campo, com limusine e motorista à disposição. Muito atrasado para chegar ao Kremlin, pediu ao chofer que fosse para banco de trás, porque Gorbachev queria ia dirigindo.

No caminho, passaram acelerando por dois policiais de motocicleta. Um deles foi logo atrás do veículo, para interceptá-lo e penalizá-lo. Quando o policial voltou, seu parceiro perguntou:

— ‘E aí, você o multou?’

E o policial respondeu: ‘Não’.

— ‘Por que não?’

‘Ah’, suspirou o policial, ‘eles eram muito importantes.’

— ‘Mas nós fomos instruídos a multar qualquer pessoa’, insistiu o parceiro.

O policial insistiu: ‘Não… eu não poderia… não esse sujeito’.

— ‘Como assim? Quem é ele?’, questionou o parceiro, curioso.

‘Eu não sei’, admitiu o policial, ‘mas seu motorista é o Gorbachev!’.”

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