Vacina da Oxford: países retomam uso após aval da ‘Anvisa’ da UE

Governantes haviam suspendido a utilização do imunizante depois de suspeitas de efeitos colaterais
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A AstraZeneca garantiu que o imunizante não provoca complicações de saúde
A AstraZeneca garantiu que o imunizante não provoca complicações de saúde | Foto: Luis Lima Jr./Estadão Conteúdo

Onze países informaram que retomarão o uso da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford. O imunizante é patrocinado pela farmacêutica britânica AstraZeneca. Na quinta-feira 18, França, Alemanha, Espanha e Portugal voltaram a utilizar o produto. Apesar de também recuarem da decisão de suspender o antígeno, Holanda, Letônia, Lituânia, Bulgária, Chipre, Irlanda e Suécia ainda não anunciaram uma data específica para reaplicação. A medida foi tomada por essas nações depois que a “Anvisa” da União Europeia (EMA, na sigla original) atestou a segurança da mercadoria. Conforme noticiou Oeste, vários governantes suspenderam a vacina depois de suspeitas de coágulos sanguíneos em pacientes.

“Tudo o que você precisa saber sobre a vacina da Oxford”

No fim de semana passado, a AstraZeneca garantiu que o imunizante não é o responsável pela complicação de saúde. Segundo o laboratório, foram 15 casos de trombose venosa profunda e 22 de embolia pulmonar entre 17 milhões de pessoas vacinadas na União Europeia e no Reino Unido até agora. “Isso é muito menos do que seria esperado que ocorresse naturalmente em uma população geral deste tamanho, e é semelhante em outras vacinas covid-19 licenciadas”, comunicou o laboratório, em nota emitida na segunda-feira 15. Os países, entretanto, preferiram esperar a avaliação da EMA, que salientou: “Não foi provada uma relação de causa-efeito com a vacina, mas é possível e merece ser mais analisado”.

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Leia também: “O que falta para o Brasil acelerar a vacinação?”, reportagem publicada na Edição 50 da Revista Oeste

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1 comentário

  1. Não consigo entender argumentos sem peso com, e com bases sem valores suficientes para inibir ou proibir resultados superiores e eficazes.. e contra fatos? Se o tratamento e preventivo e com resultados já provado com fatos porque tantos argumentos? Liberar tratamentos preventivos numa pandemia aonde há tantas contradição incertas perdidas com vacinas e com rostos por falta de testes.. porque não permitir ou até obrigar a prevenção?

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