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Veja quem era o líder da Guarda Revolucionária do Irã, morto por Israel

Um dos homens mais poderosos do país, o iraniano Hossein Salami liderava a principal Força Armada desde abril de 2019

Hossein Salami, morto por Israel, era comandante-chefe do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica
Hossein Salami era comandante-chefe do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons/Khamenei.ir

Os ataques aéreos conduzidos por Israel no Irã, nesta quinta-feira, 12, neutralizaram autoridades iranianas de alto escalão. Entre as vítimas, está o comandante-chefe da Guarda Revolucionária Islâmica, Hossein Salami, cuja morte foi confirmada pela emissora estatal iraniana.

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Salami liderava a Força Armada mais influente do país desde abril de 2019, sendo a figura central no cenário militar iraniano. Por isso, ele era um dos homens mais poderosos do Irã.

Além dele, morreram o comandante estratégico das Forças Armadas, Gholam-Ali Rashid; o responsável pelo Plano Amad, relacionado ao desenvolvimento nuclear, Mohammad Tehranchi; e o ex-líder da Organização de Energia Atômica Fereydoon Abbasi.

Papel da Guarda Revolucionária do Irã

A Guarda Revolucionária, criada depois da Revolução Islâmica de 1979, atua como braço próprio das Forças Armadas do Irã. O órgão possui ministérios e divisões navais e aéreas. Os Estados Unidos afirmam que a organização mantém vínculos com grupos terroristas como Hamas e Hezbollah, inimigos de Washington.

Os ataques desta quinta-feira, 12, ocorreram depois de meses de tensão e ameaças entre os rivais históricos Israel e Irã, numa ação que intensifica o conflito, que já dura oito meses. As Forças de Defesa de Israel classificaram o ato como preventivo e relataram que, entre seus alvos, estavam instalações nucleares distribuídas em diferentes regiões iranianas.

Posição das Forças de Defesa de Israel

General Daniel Hagari, das Forças de Defesa de Israel: Hamas cometeu 'atos horríveis para encobrir atrocidades' | Foto: Reprodução/Twitter/X
General Daniel Hagari, das Forças de Defesa de Israel | Foto: Reprodução/Twitter/X

Segundo comunicado das Forças de Defesa de Israel, “em pouco tempo, dezenas de jatos concluíram a primeira etapa [da ação], que incluiu ataques a dezenas de alvos militares e nucleares em diferentes áreas do Irã”.

Logo depois dos bombardeios, Israel decretou estado de emergência nacional e determinou o fechamento do espaço aéreo, diante do risco de retaliação por parte do Irã. O governo iraniano já havia sinalizado disposição para responder a ataques contra seu território, envolvendo também bases norte-americanas na região.

Leia também: “O triunfo do bom senso”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 272 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    EXCELENTE NOTÍCIA DO DIA!!! Vagabundos assassinos terroristas a menos no mundo. VIVA O ESTADO DE ISRAEL!!!

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