Venezuela reprova uso da vacina da Oxford/AstraZeneca

Aliada de Nicolás Maduro alega que os efeitos observados nos pacientes imunizados são negativos
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Delcy Rodriguez não aprova a vacina produzida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca
Delcy Rodriguez não aprova a vacina produzida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca | Foto: Reprodução/Flickr

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou ontem, segunda-feira 15, que seu país não autorizará o uso da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca “por causa dos efeitos que ela tem sobre os pacientes”. A decisão foi tomada horas depois de Alemanha, Espanha, França e Itália decidirem suspender a vacinação com o imunizante da empresa anglo-sueca. O anúncio foi feito após reunião entre o diretor nacional da Organização Mundial da Saúde, Paolo Balladelli, e Delcy Rodriguez. Em seu discurso, a aliada de Nicolás Maduro se limitou a revelar que a Venezuela pretende importar doses de Cuba. Anteriormente, a ditadura venezuelana já tinha informado que o país recebeu 700 mil doses de imunizantes, incluindo os russos Sputnik V e os chineses Sinopharm, que foram aplicados em parte dos profissionais de saúde, autoridades do poder público e centenas de dirigentes políticos ligados ao chavismo.

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