A recente reunião do gabinete presidencial na Colômbia, conduzida pelo presidente e ex-guerrilheiro Gustavo Petro, ganhou destaque por declarações polêmicas do chefe do Executivo.
Durante o encontro, transmitido ao vivo nesta segunda-feira 15, Petro afirmou que “uma mulher livre faz o que bem entende com o seu clitóris e com o seu cérebro e, se souber combiná-los, será uma grande mulher”.
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A declaração gerou forte repercussão negativa nas redes sociais, com críticas de machismo.
O governo convocou a reunião para debater diversos temas, mas o foco se voltou ao comentário do presidente, feito enquanto ele discutia a suspensão judicial da nomeação de Juan Carlos Florián para o Ministério da Igualdade.
A decisão da Justiça apontou descumprimento da paridade de gênero na composição ministerial. Nenhum ministro presente se manifestou publicamente sobre a fala de Petro.
Controvérsias sobre nomeações e paridade de gênero
Ao abordar a medida que impediu Florián de assumir o cargo, Petro questionou a decisão judicial.
“Um juiz da Santa Inquisição ignora o direito do presidente de configurar seu gabinete e diz que Florián não pode ser ministro”, afirmou. “Ele não está aqui por causa desse atropelo contra a liberdade humana.”
A nomeação de Florián, que atua como cientista político, ativista LGBTQIA+ e tem histórico como ator pornô, já vinha sendo alvo de controvérsias, inclusive entre aliados do governo.
Antes de Florián, Carlos Rosero ocupou a pasta por cinco meses, depois da saída da vice-presidente Francia Márquez, que acumulava a função.
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Petro aproveitou o debate sobre igualdade de gênero para tratar de identidade e sexualidade, mencionando o órgão sexual feminino em sua fala.
O episódio ocorre em meio a tensões políticas, poucos meses antes das eleições presidenciais de 2026, em meio a crises internas e mudanças constantes no gabinete.
Desde agosto de 2022, mais de 50 ministros já passaram pelas 19 pastas, sem que nenhum titular nomeado inicialmente por Petro permanecesse no cargo.
Outras polêmicas de Gustavo Petro
Não é incomum que Petro protagonize episódios controversos.
Em fevereiro, também durante uma reunião ministerial, ele afirmou: “A cocaína não é pior do que uísque”.
Defensor da legalização, acrescentou que a droga só é ilegal “porque é feita na América Latina”.
“O negócio poderia ser facilmente desmantelado se a cocaína fosse legalizada em todo o mundo”, disse. “Venderia como vinho.”
Leia também: “Colômbia sem paz”, artigo de Eugenio Goussinsky, publicado na Edição 287 da Revista Oeste







































Será que ele quis calar da “amante”
E por aqui o representante do Brasil, diz que as mulheres com muitos filhos têm que fechar a porteira. E no outro caso uma mulher negra e pobre é humilhada em rede nacional não ter seus dentes. Como estes populistas e comunistas tratam as mulheres de sua sociedade iedade