Em meio ao aumento das tensões, o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, incentivou agricultores e pescadores a se prepararem para enfrentar os Estados Unidos, citando a necessidade de resistir a qualquer agressão externa.
Durante evento em Caracas, no aniversário da Batalha de Santa Inés, nesta quarta-feira, 10, ele cantou “Don’t Worry, Be Happy” e pediu a união dos venezuelanos em defesa do país.
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Maduro disse que “as mesmas mãos produtivas que temos são as mãos que empunham fuzis, tanques e mísseis para defender esta terra sagrada de qualquer império invasor, de qualquer império agressor”.
Cresce a tensão entre o regime venezuelano e os EUA
Ao longo do discurso, o ditador reafirmou que o povo venezuelano deveria agir como “guerreiro”, pronto para “quebrar os dentes do império norte-americano”.
Ele também observou que “surgiu em todo o mundo um poderoso movimento de opinião pública que rejeita a agressão militar dos Estados Unidos contra a Venezuela e o Caribe”.
No mesmo dia, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a apreensão de um petroleiro venezuelano, provocando resposta imediata de Maduro, que classificou o ato como “pirataria internacional”.
Leia também: “O triunfo de Trump na diplomacia do Oriente Médio”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 292 da Revista Oeste
“Os verdadeiros motivos da prolongada agressão contra a Venezuela foram finalmente revelados”, disse o ditador.
Maduro sustentou que a intenção dos EUA seria tomar recursos naturais do país, pertencentes ao povo venezuelano.
Pressão militar
Os EUA acusam Maduro de chefiar o Cartel de los Soles, classificado como organização terrorista estrangeira desde novembro, e oferecem recompensa de US$ 50 milhões por informações que levem à sua captura.
Trump acusou ainda Gustavo Petro, presidente da Colômbia, de liderar o tráfico de drogas. Operações contra barcos ligados a organizações consideradas terroristas resultaram em 83 mortes de criminosos no Caribe e Pacífico.
Recentemente, militares de alto escalão dos EUA apresentaram a Trump planos detalhados para possíveis ofensivas contra Caracas, contemplando ataques terrestres, segundo a CBS News.
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A Inteligência norte-americana forneceu informações estratégicas para ações de diferentes níveis, em um cenário de mobilização militar crescente na América Latina.
A intensificação do envio de equipamentos militares, incluindo porta-aviões, destróieres, caças F-35, submarino nuclear e cerca de 6.500 soldados para o Caribe, ampliou a expectativa de novas operações, classificadas pela ONU como possíveis “execuções extrajudiciais”.









































Donald Trump com suas fanfarronices já caiu no ridículo.
Vagabundo
Maduro