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Violência é considerada aceitável contra 'discursos de ódio' para 30% dos universitários, mostra pesquisa

Protesto em universidade americana | Foto: divulgação
Protesto em universidade americana | Foto: divulgação

Uma pesquisa realizada pela Fundação para os Direitos Individuais e a Expressão junto com o College Pulse entre 257 faculdades e instituições de ensino dos Estados Unidos mostrou que um estudante em cada três considera aceitável o uso da violência para interromper um discurso no campus.

Protesto em universidade americana | Foto: divulgação
Protesto em universidade americana | Foto: divulgação

O levantamento, que é o estudo mais abrangente sobre a liberdade de expressão nas universidades americanas, mostra ostra um declínio contínuo no apoio à liberdade de expressão entre todos os estudantes, chegando ao número recorde de jovens que justificam a brutalidade para censurar que pensa diferente.

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Estudantes de todas as convicções políticas demonstram uma profunda relutância em lidar com ideias controversas.

Saiba mais: Mario Sabino: ‘Há duas coisas boas na universidade: quando se entra e quando se sai’

“Mais estudantes do que nunca consideram a violência e o caos alternativas aceitáveis ​​ao protesto pacífico”, disse Sean Stevens, Consultor Chefe de Pesquisa da Fundação, “Essa descoberta transcende as linhas partidárias. Não é um problema liberal ou conservador — é um problema americano. Os estudantes veem o discurso ao qual se opõem como ameaçador, e suas respostas exageradas contribuem para um clima político volátil”. 

Foram coletadas 68.510 respostas de estudantes a uma ampla gama de perguntas relacionadas à liberdade de expressão.

Pesquisa sobre universidades divulgada antes da morte de Charlie Kirk

A pesquisa foi publicada poucas horas antes do assassínio de Charlie Kirk no campus da Universidade de Utah e em um momento notável para a liberdade de expressão nos campi universitários.

Confrontos sobre o conflito israelense-palestino, um ativismo estudantil cada vez mais agressivo e o escrutínio persistente do governo Trump sobre o ensino superior.

Saiba mais: Morre Charlie Kirk, ativista conservador pró-Trump, depois de ser baleado

Entre as faculdades mais “censuradoras” estão a Universidade de Nova York, a Universidade de Washington e a Universidade de Columbia. Todas com políticas restritivas do livre debate e palco de alguns dos momentos mais chocantes contra a liberdade de expressão do ano passado, incluindo ameaças à liberdade de imprensa , cancelamentos de palestrantes e a repressão de protestos estudantis.

Saiba mais: Quem era Charlie Kirk, o mestre dos debates e símbolo da liberdade de expressão assassinado em Utah

Apenas 36% dos estudantes disseram que era “extremamente” ou “muito” claro que a administração da universidade protege a liberdade de expressão no campus. Por outro lado, 53% dos estudantes afirmam que o conflito israelo-palestino é um tema difícil de discutir abertamente no campus.

Saiba mais: Deputados brasileiros lamentam morte de Charlie Kirk: ‘Vítima da perseguição da esquerda’

A Fundação para os Direitos Individuais e a Expressão é uma organização apartidária e sem fins lucrativos dedicada a defender e sustentar os direitos individuais de todos os americanos à liberdade de expressão e de pensamento — as qualidades mais essenciais da liberdade.

2 comentários
  1. Rubem B.
    Rubem B.

    “Não pode falar… só’ pode executar”. Isso e’ o que significa essa mensagem. São treinados para “pensar” assim, ou chegaram a essa conclusão por si próprios? Geração inútil….e obediente ao seu “Líder Supremo”, seja ele quem for. Sem mais comentários.

  2. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    Eles esquecem que esse caminho é uma via de mão dupla !
    Depois não reclamem… quem incita o ódio o puxa pra si mesmo !

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