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Violência no Equador: presidente confirma libertação de reféns

Mais de 130 funcionários de presídios estavam sendo mantidos como reféns

Equador reféns
Entre os reféns estão os trabalhadores do serviço de cozinha | Foto: Reprodução/agenzia nova

O presidente do Equador, Daniel Noboa, confirmou que todos os guardas e funcionários administrativos que estavam como reféns em sete prisões do país foram libertados.

Por meio de uma publicação no Twitter/X,  Noboa parabenizou o trabalho das forças de segurança e do Exército por conseguirem a libertação dos reféns nas prisões de Azuay, Cañar, Esmeraldas, Cotopaxi, Tungurahua, El Oro e Loja.

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+ Escalada da violência faz países reforçarem fronteira com o Equador

Segundo o Serviço Nacional de Atendimento Integral para Adultos Privados de Liberdade e Adolescentes Infratores (SNAI), vai haver uma investigação para determinar os responsáveis pela tomada de reféns.

O SNAI informou que mais de 130 guardas e três funcionários administrativos estavam sendo mantidos reféns em vários presídios.

Onda de violência no Equador começou depois da fuga de líder de facção criminosa

bandeira do equador - estado de exceção - eleição presidencial - 2º turno
Equador vive onda de violência. Mais de 130 funcionários de presídios estavam como reféns | Foto: Freepik

A onda de violência no Equador se intensificou depois que o líder da facção criminosa Los Choneros fugiu de um presídio, localizado na cidade de Guayaquil, no último domingo, 7. Um dia depois, o presidente Daniel Noboa decretou estado de emergência no país.

Já na noite da última terça-feira, 9, Noboa declarou a existência de um “conflito armado interno”. No decreto, o governo classificou como “terroristas e atores não estatais beligerantes” os 22 grupos do crime organizado.

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No primeiro dia de “conflito armado interno”, um grupo de criminosos invadiu o estúdio da emissora TC Televisión, em Guayaquil. Um apresentador da emissora foi sequestrado ao vivo.

Uma universidade de Guayaquil também foi alvo de invasão. Como medida de proteção, as aulas foram suspensas.

As Forças Armadas foram autorizadas pelo governo a fazerem operações para “neutralizar” os criminosos.

Leia também: “Quem é Fito, líder da maior facção criminosa do Equador”

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