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Aliados de Michelle Bolsonaro (PL) estão tentando convencê-la a concorrer ao Senado pelo Distrito Federal nas eleições deste ano, mas ela ainda não decidiu e deve se pronunciar até as convenções partidárias, entre 20 de julho e 5 de agosto. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que Michelle está focada nos cuidados com Jair Bolsonaro e sua filha, e que ela poderia contribuir significativamente no Congresso, especialmente em pautas sociais.
Aliados da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) intensificaram as conversas para convencê-la a se manter na disputar por uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal nas eleições deste ano.
A Oeste, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que Michelle ainda não definiu a saída da disputa e deverá estabelecer o seu futuro político até o período das convenções partidárias, previsto de 20 de julho a 5 de agosto.
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+ Aliados dizem que Michelle cogita não disputar o Senado
“Ela ainda não decidiu”, ressaltou a parlamentar. “Está pensando se sairá candidata ou não. Este é um momento de reflexão para ela. Nós vamos continuar insistindo que ela venha candidata.”
Segundo a senadora, Michelle deverá concentrar esforços nos cuidados com o marido, Jair Bolsonaro, enquanto aguarda os desdobramentos da situação jurídica relativa a prisão do ex-presidente.
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Para Damares, a ex-primeira-dama desempenharia papel importante no Congresso Nacional, especialmente em pautas relacionadas às pessoas com deficiência, doenças raras, autismo e famílias atípicas.
“Estamos conversando com ela nesse sentido: ‘Michelle, nós precisamos de você no Parlamento'”, afirmou Damares. “Ela reforça esse time. Michelle é um elemento hoje necessário no Parlamento.”
A possibilidade de Michelle deixar a disputa nasceu junto ao seu anúncio de saída da presidência do PL Mulher. Em nota divulgada na terça-feira 30, a ex-primeira-dama informou que deixará o cargo para se dedicar integralmente aos cuidados de Bolsonaro e da filha, sem mencionar uma eventual candidatura.

Aliados afirmam Michelle não afirmou que seria candidata
Em conversa com Oeste, Damares afirmou que Michelle nunca declarou publicamente que pretendia concorrer a um cargo eletivo.
“Michelle nunca disse que seria candidata, nem ao Senado, nem à Presidente, nem à vice”, declarou. “Ela nunca disse. Pode procurar em toda a mídia uma declaração dela que ela seria candidata. Éramos nós que falávamos que ela seria candidata e os institutos de pesquisa colocavam o nome dela.”
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Também foi levantada a possibilidade de Michelle deixar o PL e se filiar ao Republicanos, legenda de Damares. A senadora, porém, destacou que essa hipótese não é viável no momento. Isso porque, venceu em abril o prazo para a troca de partido para as eleições. Apesar disso, o partido mantém as portas abertas para a ex-primeira-dama no futuro.
A parlamentar também rejeitou a avaliação de que a indefinição tenha relação com o desgaste público envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
“Ela nunca quis ser política. Não é sobre o Flávio. Nunca teve uma declaração da Michelle dizendo: ‘Eu quero ser senadora’. Ela nunca disse que seria candidata”, afirmou Damares. “A missão dela no PL Mulher era treinar mulheres para a política. Essa decisão não tem nada a ver com conflitos.”
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1) Crise psicose?
2) vaidade extrema?
3) Algum acordinho?
3) Necessidade de avaluiação por psiquiatra?
4) òdio extremo e inveja?
5). Falta de bom senso?
6) traição?
7) NDA
Aliados um catz…
A pressão só vai deixar ela mais confusa ainda.
Se tiverem apreço real por ela tem de dar tempo ao tempo !
Tem até o final do mês pra decidir. É bastante tempo !
A data limite é 15 de agosto , oque dá cerca de 15 dias pro partido definir quem apoiar ou qual candidato novo vai a substituir !
Confusa? Que anda. Está destuindo a chance e eliminar o estado de exceção em certo lugar…
Se ela quer ver o MARIDO livre da DITADURA, precisa ser candidata e no Senado destituir os verdadeiros criminosos que prenderam o marido e soltar o mesmo.
Não votaria nem a pau. Depois do que fez, mostrou vaidade pura e irresponsabildiade com o futuro do país.