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No Ponto

Pimenta é demitido, e Sidônio Palmeira assume comunicação do governo Lula

Atual ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência será realocado no alto escalão, já nas primeiras mudanças da reforma ministerial

paulo pimenta e lula
O então ministro Paulo Pimenta ao lado do presidente Lula | Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, vai deixar o cargo depois de contratempos nestes últimos dois anos de governo Lula. A informação foi confirmada a Oeste por uma fonte do Palácio do Planalto, na tarde desta terça-feira, 7. 

Pimenta deve prosseguir na Secom ainda nesta quarta-feira, quando serão realizados os atos políticos de Lula em lembrança aos dois anos das manifestações do 8 de janeiro. O publicitário Sidônio Palmeira assume a Comunicação Social do governo. 

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A alteração já integra as primeiras mudanças da reforma ministerial de Lula e deve ser oficializada pelo Diário Oficial da União (DOU) nos próximos dias. A perspectiva é que Pimenta seja realocado dentro do alto escalão, assumindo a Secretaria-Geral da Presidência da República, no lugar de Márcio Macêdo, ou a Secretaria de Relações Institucionais, pegando o cargo de Alexandre Padilha.

Pimenta deve ser realocado (de novo) no governo

Essa não é a primeira vez que Paulo Pimenta vai ser realocado dentro do governo Lula. O ministro já deixou a Secom anteriormente para assumir a extinta Secretaria para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, depois das enchentes que atingiram o Estado no ano passado. 

Depois do pouco destaque à frente da Secretaria de Reconstrução, Pimenta retornou para a Secom. Contudo, as críticas internas dentro do próprio Partido dos Trabalhadores (PT) já selaram o fim de sua caminhada na pasta. Agora, o petista vai ser realocado pela terceira vez dentro da gestão de Lula.

A coluna No Ponto analisa e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio de sugestões de pautas e reportagens, entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail [email protected].

4 comentários
  1. Marcos Antônio de Carvalho
    Marcos Antônio de Carvalho

    AA questão é muito simples: ninguém coloca marqueteiro como ministro, se não houver a intenção de fazer campanha eleitoral. E fora da hora. É só assistir, daqui pra frente, a chuva de propaganadas com mensagens subliminares visando às eleições.

  2. Ricardo Villas
    Ricardo Villas

    O Montanha é de uma incompetência total, assim como a grande maioria dos petistas. Nem o PT sabe o que fazer com ele.

  3. Liberta Brasil
    Liberta Brasil

    Sidônio foi responsável pela campanha presidencial de Lula em 2022. Ele também trabalhou nas campanhas vitoriosas de Rui Costa e Jaques Wagner para o governo da Bahia, além de ter feito a campanha de Fernando Haddad na corrida presidencial de 2018, quando ele perdeu no segundo turno para Jair Bolsonaro (PL).

    Lula e Sidônio ficaram próximos quando, na campanha de 2022, outros marqueteiros não toparam embarcar na campanha de Lula porque o PT estava sem caixa e eles só receberiam quando o Fundo Eleitoral fosse liberado. Sidônio, porém, aceitou embarcar no projeto, mesmo para receber depois. Isso fortaleceu a confiança de Lula nele.

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