Um dia depois de o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), ter declarado a Oeste que apoiaria a candidatura de Carol De Toni (PL-SC) ao Senado, a deputada federal segue com seu futuro incerto.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, chegou a sugerir para Jorginho que De Toni entrasse em sua chapa como vice-governadora. O governador, no entanto, não teria acatado a sugestão — assim como a deputada rejeitou a oferta.
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Sem seguir a orientação de Valdemar, Jorginho anunciou o prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), como pré-candidato a vice-governador na chapa de reeleição. O impacto da coligação afetou diretamente a candidatura da deputada, que tinha o Novo como segunda opção para concorrer como senadora.
Com a indicação de Adriano Silva, a janela de uma candidatura independente do Novo para o Senado se fecha. Isso porque o partido acabou se coligando ao PL na chapa com Jorginho. E é o governador de Santa Catarina quem dá as cartas de apoio dos dois nomes para o Senado.
As reuniões de Carol De Toni
Na tarde desta quarta-feira, 4, a deputada se reúne com Jorginho Mello e, no fim do dia, com Valdemar. Apesar dos encontros, Oeste apurou que as chances de Carol De Toni seguir no PL são pequenas.
Um acordo entre o PP e o PL no Rio Grande do Sul impacta diretamente o cenário em Santa Catarina: para o partido fechar uma aliança em um Estado, precisa também ter apoio mútuo no outro.

Com esse acordo, Jorginho Mello não teria outra opção a não ser apoiar a candidatura de Espiridião Amin (PP), em uma chapa com Carlos Bolsonaro (PL).
Diante desse cenário, Valdemar teria falado a De Toni para “fazer o que era melhor”, porque “não tem espaço” para sua candidatura ao Senado no PL. A informação foi confirmada a Oeste por fontes.
Com chances reduzidas no PL e no Novo, De Toni segue sua movimentação para garantir sua candidatura ao Senado: negocia com os partidos PRD, Podemos, Avante, MDB e PSD.
Leia também: “Um Legislativo em leilão”, reportagem de Edilson Salgueiro disponível na Edição 306 da Revista Oeste
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O Senado não era do Bolsonaro? Esse Valdemar é traíra?
Valdemar Costa Neto voltando a ser Valdemar. Mais sujo que pau de galinheiro. Voltou a trabalhar fortemente para o sistema.. Rato.
De Toni,ativa e atropelada. Pena se corre pro PSD. Preferível não arriscar a cadeira de federal com estrondosa votação.
Pessimo , excelente parlamentar