Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Animais de Estimação

A anta-brasileira no Rio de Janeiro reaparece com filhote após um século de extinção

Laila Por Laila
04 fevereiro 2026 12:45
Em Animais de Estimação
A anta-brasileira no Rio de Janeiro reaparece com filhote após um século de extinção

Retorno da anta-brasileira indica recuperação ecológica e sucesso na preservação fluminense

Um registro histórico na Mata Atlântica fluminense surpreendeu pesquisadores e ambientalistas recentemente. A anta-brasileira no Rio de Janeiro foi documentada em vida livre após mais de 100 anos de ausência confirmada, trazendo uma nova perspectiva sobre a recuperação da fauna silvestre no estado.

Como ocorreu o monitoramento da anta-brasileira no Rio de Janeiro?

As imagens que confirmaram o retorno da espécie foram captadas por armadilhas fotográficas instaladas em áreas remotas do Parque Estadual do Cunhambebe, na região da Costa Verde. Criada em 2008, a unidade de conservação protege cerca de 38 mil hectares de floresta contínua entre municípios como Angra dos Reis e Mangaratiba.

O uso de câmeras automáticas é fundamental para identificar animais de hábitos discretos que evitam o contato humano direto. Para detalhar esse achado histórico, selecionamos o conteúdo do canal CNN Brasil, que conta com mais de 6,53 milhões de inscritos. No vídeo a seguir, a equipe jornalística apresenta as imagens exclusivas e o impacto dessa descoberta para a conservação fluminense:

O registro da anta-brasileira no Rio de Janeiro e sua vida em total liberdade

Diferente de outros projetos de conservação, os animais avistados no Cunhambebe estão vivendo em total vida livre. Segundo informações do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), este é o primeiro flagrante em dez décadas de indivíduos que não dependem de ações humanas diretas ou manejo para sobreviver no local.

Leia Também

As araras amazônicas que cruzavam mais de 500 quilômetros até o Peru séculos antes das estradas incas

As araras amazônicas que cruzavam mais de 500 quilômetros até o Peru séculos antes das estradas incas

21/05/2026
Diga adeus ao calor: o truque alemão para refrescar o quarto com apenas uma garrafa PET

A lontra-gigante que desapareceu dos pântanos argentinos em 1986 e voltou a nadar livremente no Iberá

21/05/2026
Ave rara e bela, considerada extinta, é redescoberta após 100 anos sem avistamentos

A ave considerada extinta por 100 anos que voltou a ser detectada no deserto australiano por sons parecidos com telefone

21/05/2026
Não desmonte a porta do forno para limpar o vidro duplo, um cabide e uma toalha resolvem

O bonobo, visto como pacífico por décadas que, agora aparece tão agressivo quanto o chimpanzé em novo estudo

21/05/2026

Os registros revelaram a circulação de pelo menos três indivíduos, incluindo uma fêmea acompanhada de um filhote. Esse detalhe é crucial, pois indica que a espécie encontrou condições favoráveis para se estabelecer e procriar naturalmente, consolidando uma população que antes era considerada extinta em todo o território fluminense.

Leia também: Quantas horas um cachorro pode ficar sozinho em casa, segundo especialistas?

Os registros revelaram a circulação de pelo menos três indivíduos, incluindo uma fêmea acompanhada de um filhote

A importância da dispersão de sementes para a restauração da Mata Atlântica

A presença da anta é vital para a saúde do ecossistema porque o animal desempenha um papel único como “jardineira da floresta”. Ao se alimentar de frutos e percorrer longas distâncias, ela espalha sementes por toda a mata, auxiliando na regeneração natural da vegetação e na manutenção da diversidade vegetal.

Segundo um estudo recente publicado na revista científica Acta Amazonica, as sementes que passam pelo sistema digestivo da anta germinam mais rápido do que aquelas que caem diretamente no solo. Essa pesquisa, desenvolvida pela Univates e UFRGS, reforça que a volta desses animais acelera significativamente a recuperação de biomas degradados.

Desafios históricos para a preservação da anta-brasileira no Rio de Janeiro

Antes deste registro, a última ocorrência amplamente aceita da anta-brasileira no Rio de Janeiro datava de 1914. Durante o século XX, a pressão humana severa sobre o bioma causou o desaparecimento local desse grande mamífero, afetando o equilíbrio ambiental de diversas regiões protegidas.

Os principais motivos que levaram ao sumiço histórico da espécie incluem:

  • Expansão urbana acelerada sobre áreas de preservação permanente;
  • Fragmentação severa das matas, impedindo a conectividade de habitats;
  • Caça ilegal persistente voltada para grandes vertebrados;
  • Redução drástica das áreas de abrigo e busca por alimento.
Durante o século XX, a pressão humana severa sobre o bioma causou o desaparecimento local desse grande mamífero, afetando o equilíbrio ambiental de diversas regiões protegidas

Ações de fiscalização e o futuro da fauna fluminense

Embora programas de reintrodução de fauna tenham iniciado esforços para trazer as antas de volta ao estado desde 2017 em outras reservas, o achado no Cunhambebe mostra que a natureza pode responder positivamente quando o habitat é preservado. O monitoramento contínuo é agora a maior ferramenta de gestão para garantir a segurança desses animais.

As equipes técnicas destacam que a manutenção de corredores ecológicos e a fiscalização rigorosa contra a caça são prioridades. Abaixo, organizamos um resumo dos dados que marcam este retorno histórico para a biodiversidade fluminense:

CategoriaDados do Registro Atual
LocalidadeParque Estadual do Cunhambebe
Status PopulacionalVida livre com reprodução confirmada
Último Registro PrévioAno de 1914 (Serra dos Órgãos)
Peso EstimadoAté 250 quilos por indivíduo

A consolidação da anta-brasileira no Rio de Janeiro depende da continuidade das políticas de proteção integral. O nascimento de filhotes em ambiente silvestre é o sinal mais claro de que, com investimento em áreas protegidas, é possível reescrever a história da conservação na Mata Atlântica.

Tags: animais em extinçãoconservação ambientalfauna silvestrevida animal

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

Este mundo não é a Terra 2.0, mas pode ser a chave para encontrá-la

Este mundo não é a Terra 2.0, mas pode ser a chave para encontrá-la

04/06/2026
Arqueólogos redescobrem um mosaico romano extraordinário que permaneceu escondido por mais de 50 anos

Arqueólogos redescobrem um mosaico romano extraordinário que permaneceu escondido por mais de 50 anos

04/06/2026
José Saramago deixou uma frase que conecta passado, presente e futuro: “Somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos.”

José Saramago deixou uma frase que conecta passado, presente e futuro: “Somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos.”

04/06/2026
Paleontólogos encontram nova espécie de axolote fóssil descoberta no México revela um mundo perdido de 4,2 milhões de anos

Paleontólogos encontram nova espécie de axolote fóssil descoberta no México revela um mundo perdido de 4,2 milhões de anos

04/06/2026
A 2ª melhor cidade do Brasil em qualidade de vida fica no interior paulista e guarda uma das maiores Matas Atlânticas da região

A 2ª melhor cidade do Brasil em qualidade de vida fica no interior paulista e guarda uma das maiores Matas Atlânticas da região

03/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35