Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Ciência

A Terra passou por uma fase tão extrema que a história humana quase terminou antes de começar

Laila Por Laila
05 junho 2026 06:55
Em Ciência
Pequeno grupo ancestral atravessa paisagem seca do Pleistoceno

Pequeno grupo ancestral atravessa paisagem seca do Pleistoceno

Quando a Terra atravessou uma fase fria e seca há quase 1 milhão de anos, a linhagem humana chegou perto de desaparecer. Antes do Homo sapiens existir, nossos ancestrais ficaram reduzidos a um grupo minúsculo tentando sobreviver em ambientes cada vez mais hostis.

Quando a Terra quase interrompeu nossa história evolutiva?

Um estudo publicado na revista Science estimou que, há cerca de 930.000 anos, a população reprodutiva dos nossos ancestrais caiu de pelo menos 100.000 indivíduos para apenas 1.280. Segundo os autores, isso representou uma redução de 98,7%.

O colapso teria durado entre 930.000 e 813.000 anos atrás, um intervalo de aproximadamente 117.000 anos. Em escala humana, seria como se toda a linhagem que levaria aos humanos modernos coubesse em uma população menor que a de um bairro pequeno.

Gargalo genético mostra população ancestral reduzida a poucos pontos

Leia também: O homem que entrou para o Guinness após passar mais de 61 dias enterrado vivo

Leia Também

O eclipse solar total mais longo do século XXI e seus detalhes astronômicos.

Chegará o eclipse solar mais longo do século: o dia se converterá em noite e não se repetirá em mais de 157 anos

08/06/2026
Atração turística e geológica da Praia de Nongyeo na Ilha de Daecheongdo

Uma praia esconde rochas erguidas a 90 graus que registram mais de 1 bilhão de anos da história da Terra

08/06/2026
A cicatriz no fundo do oceano que revela como placas tectônicas criam abismos, vulcões e terremotos

A cicatriz no fundo do oceano que aparece quando uma placa mergulha sob outra e muda o relevo da Terra

07/06/2026
Fundo do oceano em área profunda mostra camadas rochosas fraturadas, sedimentos, escuridão azul e feixes de luz atravessando a água.

Cientistas filmaram uma “estrada de tijolos amarelos” no fundo do Pacífico, e a reação deles foi de puro espanto

07/06/2026

Como o clima da Terra empurrou ancestrais ao limite?

Esse período ocorreu na transição entre o Pleistoceno Inferior e o Pleistoceno Médio. Foi uma fase marcada por ciclos frios prolongados, chuvas irregulares e ambientes mais secos, especialmente em áreas da África onde grupos antigos do gênero Homo tentavam sobreviver.

Os fatores ambientais que tornaram essa fase tão difícil ajudam a entender por que a população ancestral teria encolhido tanto:

  • Glaciações prolongadas esfriavam grandes regiões e alteravam habitats inteiros.
  • Oceanos mais frios mudavam a umidade disponível e afetavam o ciclo das chuvas.
  • Mega-secas africanas reduziam água, plantas, animais de caça e rotas seguras.
  • Refúgios isolados podem ter separado pequenos grupos em áreas mais habitáveis.
Clima seco reduz refúgios de água para ancestrais humanos

O que é um gargalo genético em uma espécie?

Um gargalo genético acontece quando uma população perde grande parte de seus indivíduos e apenas poucos continuam se reproduzindo. A espécie sobrevive, mas passa a carregar uma diversidade genética menor, como se sua história tivesse atravessado uma passagem estreita.

A descoberta foi feita com o modelo FitCoal, sigla para Fast Infinitesimal Time Coalescent, desenvolvido por Haipeng Li e Yi-Hsuan Pan, da Universidade da Academia Chinesa de Ciências. Como não há DNA preservado de ancestrais tão antigos, a ferramenta analisou genomas de mais de 3.000 pessoas de 50 populações humanas atuais.

Por que há tão poucos fósseis desse período?

O estudo também ajuda a explicar uma ausência que intrigava paleontólogos: existem poucos fósseis humanos conhecidos exatamente nesse intervalo, tanto na África quanto na Eurásia. De acordo com a reportagem da Science, uma possibilidade é direta: havia poucos indivíduos para deixar vestígios.

Para visualizar melhor essa quase extinção, o canal Zoomundo, com 220 mil inscritos, publicou um vídeo com 34.133 visualizações explicando como a humanidade ancestral pode ter ficado reduzida a cerca de 1.280 indivíduos por milhares de anos:

Que detalhe genético pode ter mudado tudo?

Durante esse período crítico, pode ter ocorrido uma mudança marcante: a fusão de dois cromossomos ancestrais, formando o cromossomo 2 humano. Essa fusão é uma das diferenças mais visíveis entre humanos e outros grandes primatas.

Além da mudança genética, alguns elementos do ambiente e do comportamento podem ter ajudado pequenos grupos a atravessar essa fase extrema:

  • Grupos isolados podem ter sobrevivido em regiões com recursos mais estáveis.
  • Áreas costeiras africanas talvez tenham oferecido alimento em fases de seca intensa.
  • Ferramentas acheulianas podem ter melhorado a caça, o corte e o aproveitamento de recursos.
  • O cromossomo 2 humano pode ter marcado uma virada importante na linhagem do gênero Homo.

O que a Terra antiga deixou no DNA moderno?

Por volta de 813.000 anos atrás, a população ancestral começou a crescer novamente. Os pesquisadores ainda não sabem exatamente o que permitiu essa recuperação, mas uma combinação de melhora climática, refúgios habitáveis e ferramentas mais eficientes pode ter aberto caminho.

Hoje, bilhões de pessoas vivem no planeta, mas a linhagem humana já passou por um corredor muito estreito. Parte dessa travessia continua registrada no DNA moderno, lembrando que a nossa história quase terminou antes mesmo de começar.

Tags: CiênciageologiaTerra

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

Descoberta de um navio naufragado do século 18 na Noruega e a recuperação de seus tesouros intactos.

Tesouro perdido há quase 300 anos emerge das profundezas e surpreende especialistas na Noruega

08/06/2026
Bolhas misteriosas surgindo em fontes termais da Zâmbia podem indicar o nascimento de uma nova fronteira tectônica

Bolhas misteriosas surgindo em fontes termais da Zâmbia podem indicar o nascimento de uma nova fronteira tectônica

08/06/2026
O impacto psicológico do cumprimento em ambientes comerciais.

A psicologia afirma que pessoas que dão bom dia, boa tarde ou boa noite ao entrar em um estabelecimento não são apenas educadas

08/06/2026
Cientistas acreditam que este estranho “lago de soda” pode revelar como a vida surgiu na Terra

Cientistas acreditam que este estranho “lago de soda” pode revelar como a vida surgiu na Terra

08/06/2026
Fundada por ingleses em 1934 e com quase todas as ruas arborizadas: a melhor cidade do Brasil em qualidade de vida entre as de mais de 500 mil habitantes

Fundada por ingleses em 1934 e com quase todas as ruas arborizadas: essa cidade do Brasil é a melhor para se viver com qualidade de vida entre a maioria

08/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35