Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste
Sem resultado
Veja todos os resultados
Pesquisar
Oeste Geral
Entrar Assine
Oeste Geral
Entrar
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Ciência

Após uma erupção gigantesca há 7.300 anos, um supervulcão no Japão está se recarregando

Gessika Cristiny Santos de Oliveira Por Gessika Cristiny Santos de Oliveira
04 abril 2026 17:05
Em Ciência
Após uma erupção gigantesca há 7.300 anos, um supervulcão no Japão está se recarregando

Supervulcão japonês apresenta recarga de magma milhares de anos após megaerupção histórica

O estudo recente realizado na caldeira de Kikai, no Japão, chamou a atenção da comunidade científica ao indicar que o reservatório magmático do supervulcão está voltando a se encher milhares de anos após uma erupção antiga, tornando a caldeira de Kikai um dos exemplos mais citados quando se fala em monitoramento de supervulcões e em estratégias globais de mitigação de riscos vulcânicos.

O que é o supervulcão da caldeira de Kikai?

A caldeira de Kikai é o resultado de uma erupção explosiva de grande escala durante o Holoceno, período geológico em que a humanidade se desenvolveu. Esse tipo de estrutura se forma quando a câmara magmática esvazia rapidamente, o teto perde sustentação e a superfície afunda, criando um grande cratérico geralmente associado a forte liberação de cinzas.

No caso de Kikai, o evento alterou de forma duradoura a paisagem e deixou um sistema vulcânico ainda ativo em profundidade, com domos de lava e fontes de calor que continuam sendo investigados. Pesquisas recentes mostram que esses elementos fazem de Kikai um importante laboratório natural para entender como grandes sistemas vulcânicos evoluem ao longo de milhares de anos.

Após uma erupção gigantesca há 7.300 anos, um supervulcão no Japão está se recarregando
Laboratório vulcânico natural ativo formado por uma megaerupção no Holoceno.

Como os cientistas estudam o reservatório magmático da caldeira de Kikai?

O foco desta análise recai sobre o reservatório magmático — a região da crosta onde o magma se armazena antes de irromper na superfície. No caso de Kikai, cientistas utilizam um conjunto de técnicas geofísicas e geoquímicas para monitorar a evolução desse sistema e detectar mudanças graduais ocorrendo a grandes profundidades.

Leia Também

O que aconteceria se encontrássemos extraterrestres? Cientistas acabam de atualizar o protocolo global

O que aconteceria se encontrássemos extraterrestres? Cientistas acabam de atualizar o protocolo global

23/06/2026
O mistério real do Triângulo das Bermudas está no fundo da Terra e não nos navios desaparecidos

A base rochosa sob Bermuda que pode explicar por que a ilha resiste elevada desde um vulcanismo antigo

21/06/2026
A rocha viva que cresce em águas rasas da Austrália e revela como o oxigênio começou a mudar o planeta

A rocha viva da Austrália que guarda sinais dos micróbios que ajudaram a transformar a atmosfera da Terra

21/06/2026
As pessoas nascidas nestas estações do ano podem desenvolver mais controle emocional, segundo a ciência

As pessoas que nasceram em certas estações do ano podem ter sinais diferentes de controle emocional, segundo a psicologia

21/06/2026

Entre as principais estratégias usadas para estudar a caldeira de Kikai e outros grandes sistemas estão métodos que ajudam a “enxergar” o interior da Terra e a composição do magma:

  • Sismologia ativa e passiva uso de terremotos naturais e de pulsos sísmicos gerados por equipamentos para mapear estruturas internas
  • Imagem sísmica 3D reconstrução do interior da crosta a partir da velocidade das ondas para diferenciar rocha sólida de zonas parcialmente fundidas
  • Geoquímica de rochas e gases estudo da composição de lavas, cinzas e emissões gasosas para inferir origem e evolução do magma
  • Medidas de deformação do solo monitoramento por GPS e satélites de levantamentos e rebaixamentos do terreno
  • Magnetotelúrica e gravimetria análise de variações de campos magnéticos e gravitacionais associadas a estruturas subterrâneas

Leia também: Eles perfuraram 523 metros de gelo na Antártida com água quente para alcançar uma rocha de 23 milhões de anos.

Por que o reservatório magmático da caldeira de Kikai é considerado um supervulcão?

A erupção que originou a caldeira de Kikai ocorreu há cerca de 7.300 anos e foi tão volumosa que provocou o colapso do solo, deixando um enorme cratérico hoje submerso. Essa erupção é classificada com Índice de Explosividade Vulcânica VEI 7, o que a coloca entre as maiores do Holoceno, em uma categoria comparável a eventos como Tambora e Toba.

Para compreender a escala monumental desta explosão e como ela se compara a outros marcos geológicos da história, o canal @恐竜ミステリー研究所 apresenta uma análise detalhada sobre a ‘supererupção’ de Kikai. O vídeo explora o Índice de Explosividade Vulcânica (VEI) 7 e as consequências globais que um evento deste volume acarreta:

Quais sinais podem indicar futuras grandes erupções na caldeira de Kikai?

Os cientistas que acompanham o reservatório magmático da caldeira de Kikai apontam que a recarga de magma, por si só, não significa que uma erupção de grande porte seja iminente. Em sistemas desse tipo, o intervalo entre eventos gigantescos costuma ser muito longo, mas a identificação de magma novo em um reservatório antigo oferece pistas importantes sobre o estágio atual do vulcão.

Para que as equipes de monitoramento no Japão e ao redor do mundo identifiquem uma maior atividade no sistema, elas observam um conjunto de sinais integrados: o aumento de tremores locais e a deformação acelerada da superfície evidenciam a movimentação e a pressurização do magma, enquanto mudanças na composição química dos gases, variações térmicas e instabilidades estruturais no domo de lava confirmam que o vulcão está em processo de ajuste interno e exige atenção especial.

Tags: CiênciaNaturezaVulcão

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas notícias

Segundo a psicologia, quem solta risada nervosa quando deveria ficar sério pode revelar estes sinais pouco percebidos

A psicologia explica por que pessoas que dão risada em momentos sérios não estão debochando, mas tentando aliviar uma tensão interna

23/06/2026
O continente africano atingiu um ponto crítico de ruptura e pode formar um novo oceano antes do previsto

A fenda de 60 quilômetros na Etiópia que ajuda a explicar como um novo oceano pode nascer na África

23/06/2026
Cidade mais inteligente do mundo e líder de qualidade de vida entre capitais do Brasil: a capital ecológica que se tornou sonho de todo brasileiro graças à sua qualidade de vida europeia

Eleita a capital com melhor qualidade de vida do Brasil e a Cidade Mais Inteligente do Mundo em premiação na Espanha

23/06/2026
O que aconteceria se encontrássemos extraterrestres? Cientistas acabam de atualizar o protocolo global

O que aconteceria se encontrássemos extraterrestres? Cientistas acabam de atualizar o protocolo global

23/06/2026
Escultura pré-hispânica de quase 2 metros e 1.400 anos intriga arqueólogos e revela antigos rituais no México

Escultura pré-hispânica de quase 2 metros e 1.400 anos intriga arqueólogos e revela antigos rituais no México

23/06/2026

A primeira plataforma de conteúdo cem por cento comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado. Jornalismo de excelência, focado no que é relevante, com clareza e objetividade.

  • INSTITUCIONAL
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Anuncie conosco
    • Fale conosco
    • Política de privacidade e termos de uso
  • EDITORIAS
    • Colunistas
    • Política
    • Economia
    • Brasil
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Agronegócio
  • FAQ
    • Crie uma conta
    • Assine a revista

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35

Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine
  • A Oeste
    • Por que Oeste
    • Nosso pacto
    • Nossa equipe
    • Perguntas frequentes
    • Fale conosco
    • Rádio
  • Colunistas
    • J. R. Guzzo
    • Augusto Nunes
    • Alexandre Garcia
    • Ana Paula Henkel
    • Rodrigo Constantino
    • Guilherme Fiuza
    • Evaristo de Miranda
    • Flávio Gordon
    • Dagomir Marquezi
    • Deonísio da Silva
    • Ubiratan Jorge Iorio
    • Roberto Motta
    • Adalberto Piotto
    • Flavio Morgenstern
    • Salim Mattar
    • Frank Furedi
    • Jeffrey A. Tucker
    • Theodore Dalrymple
    • Spiked
      • Andrew Doyle
      • Brendan O’Neill
      • Sean Collins
      • Shaun Cammack
      • Tim Black
      • Tom Slater
  • Política
  • Economia
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Brasil
  • Mundo
  • No Ponto
  • Vídeos
    • Oeste Sem Filtro
    • Faroeste à Brasileira
    • Jornal da Oeste
    • Oeste Negócios
    • Estúdio Oeste
    • A Força do Agro
    • Outra Coisa
    • As Liberais
    • OesteCast
  • Edições Oeste

Copyright © 2024 Revista Oeste. Todos os direitos reservados. CNPJ 19.608.677/0001-35