Repercutida na Oeste por Loriane Comeli, a recente matéria da Newsweek sobre a nossa juristocracia confirma ao público internacional aquilo que todo brasileiro com um mínimo de inteligência e honestidade sabe há muito tempo: Alexandre de Moraes converteu o Supremo Tribunal Federal num púlpito universal, de onde não apenas emana a jurisprudência fantástica do stalinismo tupiniquim, mas também professa ao mundo os seus grosseiros dogmas político-morais.
O caso de Flávia Magalhães é emblemático. Cidadã brasileira naturalizada norte-americana, vivendo há mais de 20 anos nos EUA, Flávia ousou fazer aquilo que a Primeira Emenda protege e que, no Brasil, virou crime — ou seja, criticar o governo e o STF. Por essa heresia, recebeu ordem de prisão. É como se o ministro considerasse a jurisdição brasileira uma espécie de Império Romano tardio, estendendo-se até Miami. Não fosse a gravidade do precedente — a extraterritorialização da censura —, o episódio soaria apenas como anedota de salão, mais uma a ser naturalizada pela acadelada imprensa brasileira. Mas o atual governo norte-americano não parece ter achado graça.
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Além do caso de Flávia, a Newsweek também destaca a escalada contra plataformas como X e Rumble, forçadas a cumprir ordens judiciais de bloqueio em território brasileiro. Moraes exigiu delas algo impossível, que policiassem, em escala planetária, conteúdos que os radicais de esquerda do STF julgassem “antidemocráticos” (leia-se, contrários à agenda da extrema esquerda global). E o fez como de hábito: de maneira clandestina, com chantagem e ameaças, burlando os procedimentos formais e as leis (internas e externas).
Como não podia deixar de ser, a reação dos EUA foi diplomática, mas contundente, lembrando que decisões judiciais brasileiras (decisões judiciais ilegais, sublinhe-se) não têm efeito automático em seu território. Nada disso parece constranger o violador de direitos humanos sancionado, que, ainda em vestes de juiz, segue agindo como se sua caneta fosse capaz de redesenhar as fronteiras do Direito Internacional.
Não estamos, enfim, diante de um capricho isolado, mas de uma mutação institucional. A liberdade de expressão vem sendo reconfigurada em mera concessão administrativa, sujeita ao humor e à ignorância de burocratas não-eleitos. E a história ensina que esse caminho é descendente, que a censura começa como “exceção necessária” e termina como regra. Quando um pretenso magistrado decide assumir o papel de editor-chefe do planeta, é a própria civilização que acaba no banco dos réus.



































EUA podia pagar essa missão pro Mossad , eles sabem lidar com esse tipo de gente
Torcendo pra acabar com a raça desse tirano!
Pode demorar em nossa contagem, mas a justiça de Deus virá na hora certa 🙌🏼
Quero ver esse FDP de joelhos!