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Política

Alckmin prioriza reeleição como vice em 2026, mas aliados cogitam Senado

Vice-presidente quer permanecer na chapa de Lula nas próximas eleições, mas disputar uma cadeira de senador por SP não está descartado

Em viagem a Baku, capital do Azerbaijão, onde participa da COP29, Alckmin disse que o ato ‘deve ser apurado com extrema rapidez’ | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Alckmin iniciou carreira política como vereador de Pindamonhangaba, interior de SP | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), quer continuar ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na eleição de 2026, mas aliados veem espaço para que ele concorra ao Senado por São Paulo.

De acordo com a Folha de S.Paulo, ele teria dito a aliados, em conversas internas, que já ocupou diversos cargos ao longo da carreira, incluindo vereador, prefeito, deputado estadual e federal, governador, vice-presidente, ministro e presidente interino. Falta apenas ser senador da República.

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Em 2026, duas cadeiras para o Senado estarão em disputa pelo Estado de São Paulo, assim como pelas outras unidades da Federação. A esquerda enfrenta dificuldades para lançar candidatos competitivos, e aliados tentam convencer Alckmin a entrar na corrida eleitoral.

Trajetória política de Alckmin

Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho nasceu em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, em 7 de novembro de 1952. É casado com Maria Lúcia Ribeiro Alckmin, conhecida como Lu, e tem três filhos: Sophia, Geraldo e Thomaz, esse último falecido em 2015.

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Foi vereador e prefeito de Pindamonhangaba (SP) pelo MDB, além de deputado estadual e federal por São Paulo. Nas eleições de 1994, foi eleito vice-governador na chapa de Mário Covas. Alckmin assumiu o governo depois da morte de Covas, em 1998.

Em 2002, foi reeleito governador de São Paulo para o mandato de 2003 a 2006. Em 2010, saiu vitorioso nas urnas e voltou a ocupar o cargo de governador, sendo reeleito em 2014.

Junto de outras personalidades políticas, fundou o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), no qual permaneceu por mais de 30 anos. No PSDB foi um crítico ferrenho do PT e de Lula e é dele a frase: “Depois de ter quebrado o Brasil, Lula quer voltar à cena do crime”, referindo-se ao maior esquema de corrupção do país, investigado pela Lava Jato desde 2014.

A famosa crítica foi feita em 2017. Quatro anos depois, porém, Alckmin deixou o PSDB e, em 2022, filiou-se ao PSB. Disputou, então, o governo ao lado de Lula.

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7 comentários
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Em São Paulo ele não sai nas ruas sem ser vaiado já era politicamente. Traidor vira folha ser asqueroso

  2. Inteligencia Artificial
    Inteligencia Artificial

    O tipico politico cronico,corrupto porque faz parte de um governo de corruptos e ladroes e ainda temos uma tal merenda escolar….. O Povo tem a culpa de determinados individuos passarem uma vida metidos na politica.

  3. Erasmo Silvestre da Silva
    Erasmo Silvestre da Silva

    Esse alkmim é um bandido submisso da pior espécie

  4. julio bento da silva bento
    julio bento da silva bento

    Picolé de chuchu quer ficar no local do crime. Que se matem antes de terminar o primeiro semestre de 2025!

  5. Ecio Zaccarelli
    Ecio Zaccarelli

    É melhor continuar como vice . Para o senado não ganha não.

  6. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Que fique com o lula. Esse aí já se acostumou a fazer papel de palhaço há muito tempo. Chegou a assumir a personalidade do “papa léguas” quando o lula chegou forte no rabo dele. Topou representar o Brasil em uma cerimônia com terroristas, quando o lula mandou. O problema é que com a concorrência de janja como vice de fato, ele não contava. Mas vai continuar fiel ao novo patrão, segundo revela. Não sobrou nada para ele, apenas um saco para puxar.

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