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Política

Alesp aprova abono salarial para professores

Valor vai de R$ 3 mil a R$ 16 mil, a depender da quantidade de horas trabalhadas por semana do profissional

abono
Foto: Suamy Beydoun/Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou na última quarta-feira, 1º de dezembro, o projeto de lei que autoriza o governo João Doria (PSDB) a pagar um abono salarial aos professores da rede estadual de ensino ainda em 2021. Calcula-se que 190 mil pessoas devem receber o abono, que será destinado apenas aos profissionais do quadro do magistério, como professores, coordenadores, diretores de escola, supervisores e dirigentes de ensino.

De acordo com o texto, docentes com contrato temporário que tiverem atuado na rede estadual durante o ano inteiro também serão beneficiados. A proposta aprovada estabelece que o abono salarial seja pago proporcionalmente à carga horária semanal de trabalho de cada profissional da educação contemplado. O benefício vai de R$ 3 mil, para quem trabalha até 12 horas por semana, a R$ 16,2 mil, para os profissionais que atuam mais de 65 horas semanais.

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Ainda segundo a matéria, o valor do abono não poderá ser superior a 50% da remuneração bruta do servidor contemplado.

Para entrar em vigor, o projeto aprovado pela Alesp precisa ser sancionado pelo governador, que está em Nova Iorque. Depois da publicação da sanção no Diário Oficial, o Executivo estadual deve divulgar o calendário de pagamentos.

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5 comentários
  1. Fernando Lo Bianco
    Fernando Lo Bianco

    Pouca vergonha , compra de voto descarada. Em função de que o abono?

  2. Augusto
    Augusto

    Eleição chegando e as benesses também! Não que a classe não mereça, mas porque só agora?

  3. Hélio Soares de Almeida
    Hélio Soares de Almeida

    Faltou nesta reportagem dar atenção ao fato de que foi excluido outros profissionais da educação os Agentes de Organização Escolar que durante a pandemia foram a linha de frente nas escolas fazendo todo tipo de atendimento presencial aos alunos e pais de alunos e propositalmente foram deixados fora deste abono. Um derespeito por parte do governo e deputadoa da base.

  4. Edu B.
    Edu B.

    E aí, é justo ou não? Ignorando a intenção politiqueira do projeto, esses profissionais merecem o abono? Seus desempenhos e profissionalismo devem ser recompensados? Ou isso tem caráter de correção?

    É um debate interessante que eu gostaria de ver.

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