Na decisão na qual advertiu o ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira, 24, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cometeu alguns erros de português. Na ordem judicial, o magistrado não converteu as cautelares em prisão.
“Como diversas vezes salientei na Presidência do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, a JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA!!!!!”, escreveu Moraes.
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“Mais” geralmente indica quantidade, intensidade ou adição, sendo o oposto de “menos”. Já “mas” é uma conjunção adversativa que introduz uma ideia de oposição ou contraste, sendo equivalente a palavras como “porém”, “contudo” ou “todavia”.
Além desse erro, o magistrado também escreveu “efetivamente, não há dúvidas de que houve descumprimento da medida cautelar imposta, uma vez que, as redes sociais do investigado EDUARDO NANTES BOLSONARO foram utilizadas à favor de JAIR
MESSIAS BOLSONARO dentro do ilícito modus operandi já descrito”. Não se utiliza a crase antes de palavras masculinas.
Leia também: “Soberania para roubar”, artigo de J.R. Guzzo publicado na Edição 278 da Revista Oeste






































Uma ” MÃE ” que escreve com ódio, com raiva, compelida por seus instintos mais primitivos, não tem lugar na civilização, no ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. E sim, a ” MÃE “.
A agressividade de Alexandre Moraes foi visível, seu nervosismo e autoritarismo em uma corte de justiça o mais importante é ouvir.Sim ouvir a defesa dos acusados, foi interrompida repetidas vezes Não é um juiz,é um ditador e carrasco.
Esse sujeito é um analfabeto, só está no STF por razões políticas, todo mundo sabe. Se fosse necessário fazer uma prova básica ele seria reprovado.
Imagino como seria um novo livro que ele poderia escrever e cujo título deveria ser: “Direito INconstitucional Aplicado”, explicando as novas regras do “Direito (?)” e do idioma pátrio, regras essas praticadas por ele.
Devia estudar mais.
Vamos chacoalhar.