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Política

Aliados de Bolsonaro no Congresso criticam denúncia da PGR

A Procuradoria-Geral da República denunciou o ex-presidente por supostamente comandar um 'golpe' de Estado

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O ex-presidente Jair Bolsonaro ao acompanhar sua mulher, Michelle, no embarque dela aos Estados Unidos - 18/1/2025 | Foto: Mateus Bonomi/Estadão Conteúdo

Parlamentares aliados a Jair Bolsonaro manifestaram forte oposição, nesta terça-feira, 18, à denúncia apresentada pela procuradoria-geral da República (PGR). O procurador-geral da República, Paulo Gonet, concluiu que o ex-presidente comandou articulações para um suposto golpe de Estado.

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O líder da oposição na Câmara, Luciano Zucco (PL-RS), declarou que a acusação não possui embasamento jurídico sólido e questionou a imparcialidade da PGR. Para ele, as alegações foram construídas a partir de interpretações subjetivas e não apresentam provas concretas. Ele reforçou que a oposição continuará a defender Bolsonaro contra possíveis perseguições políticas disfarçadas de processo legal.

“É imperativo destacar que tal denúncia carece de fundamentação jurídica sólida e parece estar alicerçada em interpretações subjetivas, desprovidas de evidências concretas que sustentem as graves acusações imputadas”, disse Zucco.

No Senado, Rogério Marinho afirmou que espera que o STF garanta o direito ao contraditório

No Senado, Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que a decisão da PGR não surpreendeu. Ele destacou que a bancada espera que o STF garanta o direito ao contraditório e à ampla defesa do ex-presidente.

“Certos de sua inocência, esperamos com serenidade que a Justiça seja feita e que, finalmente, sejam observados os princípios do juízo natural, do contraditório, da ampla defesa e do devido processo legal”, declarou Rogério Marinho.

Caroline de Toni (PL-SC), deputada e líder da minoria na Câmara, também denunciou o que chamou de perseguição política contra Bolsonaro. Segundo ela, o processo tem bases claramente políticas e enfraquece o Estado Democrático de Direito. A parlamentar ainda sugeriu que figuras influentes atuam nos bastidores dessa ofensiva.

“A perseguição política no Brasil tem patronos – e todos sabem quem são”, afirmou a deputada. “Hoje, o maior líder deste país torna-se formalmente vítima da ditadura. Um processo cujos fundamentos são claramente políticos demonstra que o Estado Democrático de Direito não passa de letra morta. Quem coloca sua digital nisso não tem qualquer respeito pelo Brasil.”

O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, direcionou críticas à PGR e a acusou de transformar a situação em uma guerra política. Ele garantiu que os parlamentares aliados a Bolsonaro não aceitarão as investidas jurídicas sem reação. Para Cavalcante, a tentativa de prender o maior líder da direita visa a calar milhões de brasileiros.

Ciro Nogueira (PP-PI), senador e ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro, demonstrou apoio ao ex-presidente nas redes sociais. Ele publicou uma mensagem em que repete três vezes a frase: “Bolsonaro é um homem de bem, honesto e inocente”.

A denúncia apresentada pela PGR acusa Bolsonaro de cinco crimes

A denúncia apresentada pela PGR acusa Bolsonaro de cinco crimes: dano qualificado com uso de violência e grave ameaça; deterioração do patrimônio tombado; abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado e organização criminosa. As penas somadas podem ultrapassar 43 anos de prisão.

A acusação descreve Bolsonaro como o líder de uma organização criminosa fundamentada em um projeto autoritário de poder, contando com influência de setores militares. General Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa, também foi apontado como um dos comandantes do esquema e se encontra em prisão preventiva.

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4 comentários
  1. Sérgio Tostes de Escobar
    Sérgio Tostes de Escobar

    A PGR não passa de um puchadinho do STF, ambos seguem a mesma cartilha. Uma vergonha um conchavo desse nível ⚖️😠😡😡

  2. Inteligencia Artificial
    Inteligencia Artificial

    Aliados, todos dentro das 4 linhas do galinheiro.
    Pão de Queijo na AirFryerArno
    Tempo de preparo
    45 minutos
    Rendimento
    25 a 30 unidades
    Preparo
    Fácil
    Ingredientes
    500g de polvilho doce
    250 ml de leite integral
    ½ xícara de chá de óleo de girassol
    400g de queijo meia cura ralado
    1 ou 2 ovos (vai depender do tamanho)
    1 colher de sopa rasa de sal
    Modo de preparo
    Ferva o óleo e o leite em uma panela. Assim que começar a ferver, desligue.
    Em um recipiente, despeje o polvilho. Coloque o óleo fervido com leite por cima, desempelotando a massa, até ficar lisa.
    Em um bowl, coloque a mistura de polvilho, adicione o ovo e o sal.
    Acrescente o queijo. Se achar que a massa ainda está seca, coloque mais um ovo.
    Mexa até ficar homogêneo, se preferir bata de 2 a 3 minutos na batedeira.
    Pré-aqueça a AirFryer a 150ºC.
    Faça bolinhas e espalhe na AirFryer, deixando um espaço entre elas.
    Leve para assar por aproximadamente 15 minutos ou até os pães de queijo ficarem dourados.
    Se preferir incrementar ainda mais o seu pão de queijo, você pode utilizar vários tipos de acompanhamentos, como: doce de leite, goiabada, requeijão, molhos variados e muito mais! Sirva-se e aproveite como preferir!

  3. julio bento da silva bento
    julio bento da silva bento

    A Sabotagem desses vagabundos não ficará impune!

  4. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Confiar que a por é imparcial que a pf é séria e que o STF é isento só mesmo um alienado completo

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