O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), discursou, neste domingo, 25, durante cerimônia em memória às vítimas do Holocausto realizada na sinagoga da Congregação Israelita Paulista. O evento reuniu autoridades, lideranças religiosas e representantes da comunidade judaica no Brasil.
Tarcísio afirmou que “não podemos permitir que o Brasil se perca no ódio”. O governador reforçou seu compromisso com o combate ao antissemitismo. Ele disse que a única forma de honrar a memória das vítimas do nazismo é “não permitir que um novo Holocausto aconteça no presente”.
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“Não vamos aceitar o que aconteceu no passado”, disse Tarcísio. “Nunca mais! Essa deve ser a mensagem. E é por isso que São Paulo assinou a definição de antissemitismo da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto. Temos muito o que aprender com o povo de Israel.”
O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é oficialmente celebrado em 27 de janeiro. A data marca a libertação do campo de concentração Auschwitz-Birkenau, em 1945, e foi instituída pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas.
“A gente nega”, diz Tarcísio, sobre sinais de um novo Holocausto
Respondendo a uma indagação da presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, Célia Parnes, o governador paulista afirmou que a sociedade talvez ainda não esteja preparada para identificar os sinais de um novo Holocausto.
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“Hoje, às vezes, não percebemos o que está acontecendo”, disse Tarcísio. “A gente nega. Israel tinha firmado uma acordo de paz com os Emirados Árabes, a Jordânia, o Egito. E se encaminhava para assinar um acordo de paz com a Arábia Saudita quando foi invadido pelo Hamas. Isso não foi um fracasso. Isso foi encomendado por alguém que quer implantar o ódio.”
“Percebi isso”, prosseguiu o governador, antes de emendar com três interpelações. “Como isso não foi percebido? Como isso pode ser negado? Como a gente pode negar o direito de Israel a defender o seu território?”
Leia também: “O racismo anti-Israel”, artigo de Brendan O’Neill, da Spiked, publicado na Edição 300 da Revista Oeste






































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