O Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que a Força Aérea Brasileira (FAB) operou 111 voos com apenas uma pessoa a bordo de 2020 a 2024. A apuração, divulgada pelo portal Metrópoles, motivou uma determinação da Corte para que a Casa Civil apresente medidas urgentes para mudar as normas de uso dessas aeronaves. O tribunal vê indícios claros de desperdício de dinheiro público.
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Os auditores classificaram a gestão dos deslocamentos como ineficiente. O relatório revela que 1,5 mil voos decolaram com apenas cinco passageiros, mesmo com aviões que comportam até 50 pessoas. A taxa média de ocupação dos assentos oficiais ficou em apenas 55%. O governo federal poderia ter poupado R$ 36,1 milhões caso as autoridades dos Três Poderes tivessem optado por voos comerciais.
Falta de controle e justificativa
A investigação revelou que o Comando da Aeronáutica não fiscaliza os motivos dos pedidos de transporte. De acordo com o TCU, não existe um filtro interno para impedir que pessoas sem autorização legal peguem carona nas aeronaves. A maioria dos registros analisados não apresenta uma explicação real para a necessidade do uso de um jato exclusivo.
O tribunal ressaltou que a Aeronáutica se limita a executar o transporte sem analisar se o solicitante atende aos requisitos do decreto que regulamenta o serviço. Essa lacuna facilita o uso indevido da frota por integrantes do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Com a saída do relatório, o Executivo terá de explicar como pretende estancar o gasto desnecessário.
Estrutura da frota
As aeronaves utilizadas pela FAB possuem configurações variadas de assentos, com capacidades para oito, 12, 16, 30, 36 e 50 passageiros. O uso constante de aviões subocupados reforça a tese de má gestão dos recursos. O TCU exige agora que os critérios de conveniência e economicidade sejam priorizados quando uma autoridade solicitar um deslocamento fora da aviação comum.
Leia também: “TCU vê falhas e desperdício de quase R$ 300 mi em voos da FAB”









































É um esculacho total com o dinheiro do contribuinte. Interessante é que a percepção que fica é a de que nem mesmo o Alto Comando da FAB esteja preocupado com esse desperdício absurdo; pois os militares (da FAB) sabem melhor do que ninguém o quanto custa a hora-vôo e o quanto seria importante a economia desses mesmos recursos que estão faltando na “Aviação Operacional”. Um certo aviador da FAB (que, naturalmente manteremos sob anonimato) me relatou que é comum terem de voar por muitas horas, em missão de Patrulha, em aeronaves com ar-condicionado quebrado (por falta de recursos para a manutenção e conserto). Enquanto que, na aviação de tranporte de autoridades… (sobra e desperdício de recursos).
Onde que no governo Bolsonaro tinha essa putaria ?
Os vagabundos , principalmente os odiados pelo brasileiros tem medo de apanhar nos voos comerciais
Falta de responsabilidade com o dinheiro do contribuinte.
Eu acho que se o Haddad criar mais um imposto dá para pagar todos estes voos ai e ainda sobra dinheiro!
Fica a dica. (-;