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Política

Barroso comenta as sanções e diz que não existe perseguições políticas no Brasil

Presidente do STF afirmou ainda que o Brasil vive a 'plena liberdade de expressão', negando quaisquer tentativas de censura

O ministro Alexandre de Moraes e o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, durante sessão de abertura do segundo semestre judiciário - 1º/8/2025 | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O ministro Alexandre de Moraes e o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, durante sessão de abertura do segundo semestre judiciário - 1º/8/2025 | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Durante a sessão plenária desta quarta-feira, 17, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, comentou as sanções dos Estados Unidos (EUA) ao Brasil e a ministros do STF.

“É simplesmente injusto punir o país, suas empresas e seus trabalhadores por decisões tomadas a partir de provas”, disse o juiz do STF.

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Barroso rebateu ainda as acusações segundo as quais há censura no Brasil. “Pelo contrário, temos plena liberdade de expressão, apesar das críticas ao Judiciário”, disse. “Recebo diariamente, de veículos de imprensa e de blogs, as críticas mais ácidas ao governo, ao Congresso e, sobretudo, ao STF. Muitas delas grosseiras e ofensivas. Todos esses veículos continuam no ar, sem qualquer abalo. Lê quem quer, acredita quem quer.”

De acordo com o presidente do STF, as remoções de conteúdo determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes miraram “crimes de ameaça, e não opiniões”. “O exemplo mais emblemático foi a postagem que divulgava o endereço do delegado de um inquérito, com o nome de sua mulher e filhos, e convocava pessoas para hostilizá-los”, declarou.

Barroso nega “perseguição política” ao comentar sanções dos EUA

O presidente dos EUA, Donald Trump, realiza uma reunião de gabinete na Casa Branca, em Washington, D.C. - 26/8/2025 | Foto: Jonathan Ernst/Reuters
O presidente Donald Trump realiza uma reunião de gabinete na Casa Branca – 26/8/2025 | Foto: Jonathan Ernst/Reuters

O magistrado também rejeitou que haja perseguição política no Brasil. Ele sustentou que as condenações de envolvidos nos atos de 8 de janeiro se basearam em provas documentais e colaborações premiadas que apontaram plano para assassinar autoridades, decreto de estado de exceção, manipulação de relatórios das Forças Armadas e incentivo a acampamentos em frente a quartéis. “Não existe caça às bruxas ou perseguições políticas”, disse. “Tudo o que foi feito baseou-se em provas, evidências exibidas publicamente.”

5 comentários
  1. Gladis Eleonor Migliavacca Ballardin
    Gladis Eleonor Migliavacca Ballardin

    Q ser desprezivel . Como tem cara de pau p mentir assim? Quer se convencer e aos outros nos chamando de imbecis , q n existe censura no Brasil e nem presos politicos? Bastardo fdp

  2. Paulo Sérgio Gusson
    Paulo Sérgio Gusson

    Uma vez canalha defendendo terrorista , morrera canalha .

  3. Ivan R S Peluso
    Ivan R S Peluso

    Havana fica a 150 km de Miami. Pode ir prá lá passear e fazer palestras pros companheiros. Se a Kamala Harris tivesse ganho a eleição americana…. Só que não! Perdeu mané!

  4. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    Depois que esse ser abjeto receber a ordem de MAGNITSKY vamos ver qual será seu discurso !
    Talvez ele deva pedir ajuda ou Cesare Battisti ou ao João de Deus pra redigir !

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