O quadro clínico de Jair Bolsonaro registrou avanços significativos nas últimas 24 horas e permitiu que os médicos retirassem o ex-presidente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nesta segunda-feira, 16. Em suas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro confirmou que ele agora ocupa um leito na ala semi-intensiva do Hospital DF Star, na capital federal. O deslocamento entre setores aconteceu logo que os indicadores de inflamação no sangue mostraram recuo, sinalizando eficácia no tratamento dele.
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A equipe médica diagnosticou o ex-mandatário com uma pneumonia bacteriana bilateral provocada por broncoaspiração. Esse diagnóstico motivou a entrada urgente no hospital na sexta-feira 13, quando ele deixou o 19º Batalhão da Polícia Militar ao apresentar calafrios, náuseas e deficiência na oxigenação sanguínea. Durante a permanência na UTI, o paciente recebeu doses reforçadas de antibióticos e iniciou um cronograma rigoroso de fisioterapia para recuperar a capacidade pulmonar e a mobilidade física.
Médicos confirmam que Bolsonaro teve melhora na função renal
O boletim médico mais recente detalhou que os rins de Bolsonaro voltaram a funcionar com normalidade. Esse dado técnico trouxe alívio aos profissionais de saúde, que haviam intensificado o monitoramento neste domingo, 15, devido a uma oscilação preocupante nos marcadores inflamatórios. A estabilidade laboratorial verificada nesta manhã deu o suporte necessário para que os especialistas autorizassem a redução do nível de vigilância sobre o paciente.
Michelle Bolsonaro também utilizou suas redes sociais para agradecer o apoio dos simpatizantes e reiterar o otimismo com a plena recuperação do marido. Bolsonaro permanece sob custódia estatal enquanto cumpre sua pena, mas agora desfruta de uma melhora clínica que possibilita um ambiente hospitalar menos restritivo. O hospital deve publicar um novo relatório técnico nas próximas horas para oficializar os passos seguintes do itinerário de reabilitação.
Enquanto isso, a defesa de Bolsonaro aguarda um laudo médico para formalizar ao Supremo Tribunal Federal (STF) um novo pedido de transferência para prisão domiciliar. Os advogados do ex-presidente argumentam que seu estado de saúde exige cuidados que não são oferecidos no sistema prisional.
Desde novembro do ano passado, a defesa de Bolsonaro apresentou quatro pedidos de domiciliar ao STF, que foram negados pelo ministro Alexandre de Moraes. Segundo o relator do processo que condenou Bolsonaro por um suposto golpe de Estado, a estrutura prisional oferece o acompanhamento necessário a ele.
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Graças a Deus. Essencial agora, a delação de Vorcaro para ser iniciada a grande limpeza do lixo que se tornou Brasília, cidade erguida por comunistas brutalistas; não poderia dar certo.
Duas pauladas na esquerdalha: a derrota no Oscar e agora a melhora da saúde de Bolsonaro.
Devem estar espumando de ód… ops… de amor.