Bolsonaro oficializa forró como patrimônio cultural do Brasil

Ministro do Turismo disse que o forró sempre foi considerado patrimônio cultural do país, mas não era reconhecido oficialmente
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Presidente Jair Bolsonaro em evento no Palácio do Planalto | Foto: Reprodução/Redes sociais
Presidente Jair Bolsonaro em evento no Palácio do Planalto | Foto: Reprodução/Redes sociais

O presidente Jair Bolsonaro participou nesta segunda-feira, 13, da cerimônia de reconhecimento do forró como Patrimônio Cultural do Brasil.

O evento também foi realizado em homenagem póstuma ao cantor Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, que morreu em 1989 e hoje completaria 109 anos.

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Na semana passada, em decisão unânime, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) declarou as matrizes tradicionais do forró como Patrimônio Cultural do Brasil.

Na cerimônia, Bolsonaro assinou um documento que torna as matrizes tradicionais do Forró bens imateriais. Em homenagem aos artistas do forró, o título foi entregue ao cantor e compositor Alcimar Monteiro.

Na avaliação do ministro do Turismo, Gilson Machado, o forró sempre foi considerado patrimônio cultural do país, mas não era reconhecido oficialmente.

“Não tinha acesso à política pública, não podia receber verbas, como hoje pode receber, não podia ser divulgado no exterior como merecia pela Embratur e pelo governo federal”, disse.

A presidente do Iphan, Larissa Peixoto, destacou que o forró faz parte da identidade do Brasil e representa a mistura de raças que compõem o país.

“Esse pedido foi feito há dez anos e somente agora ele se tornou realidade, depois de muito trabalho”, declarou.

O secretário especial da Cultura, Mário Frias, disse que o trabalho na área é realizado para desenvolver a cultura para o homem comum e favorecer a população.

“Nossa postura é para dar oportunidade para que surjam artistas como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e tantos outros, que nunca precisaram de verbas públicas para encantar nossos corações e preencher nossas almas”, afirmou.

O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural é formado por representantes de instituições públicas, privadas e da sociedade civil. A coordenação fica a cargo da presidente do Iphan, Larissa Peixoto.

O conselho deve examinar, apreciar e decidir sobre questões relacionadas a tombamento e rerratificação de tombamento de bens culturais de natureza material, assim como registro e reavaliação de registro de bens culturais de natureza imaterial.

O órgão também é responsável por decidir sobre a saída temporária do país de bens que estão sob os cuidados da União, além de outras questões relativas ao patrimônio cultural.

Com informações da Agência Brasil

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3 comentários Ver comentários

  1. Segundo o datafolha e João de Deus o povo não gosta nem de água e nem de forró.
    E as pesquisas continuam, a urna foi Aperfeiçoada e Xi giping agradece.

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