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Política

Bolsonaro segue com limitação de movimentos no ombro, diz relatório

Ex-presidente faz apenas uma sessão semanal de fisioterapia e ainda não foi liberado para exercícios

Jair Bolsonaro em entrevista na plataforma digital YouTube
Jair Bolsonaro em entrevista na plataforma digital YouTube | Foto: Reprodução/YouTube/Canal Jair Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro ainda não foi liberado para começar exercícios de recuperação do ombro direito cerca de quatro semanas depois da cirurgia realizada para tratar lesões na região. Relatórios médicos emitidos na última quinta-feira, 28, registram limitação de movimentos e rigidez articular no ombro direito de Bolsonaro, que também faz uma sessão semanal de fisioterapia.

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Segundo a avaliação conjunta do fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas e do ortopedista Alexandre Firmino, Bolsonaro ainda enfrenta “restrições de mobilidade na região da cicatriz cirúrgica”. O relatório também registra redução da força e do tônus muscular durante a recuperação. As informações são do portal Metrópoles.

A cirurgia no ombro direito ocorreu no Hospital DF Star, em Brasília, no dia 1º, depois de agravamento de dores associadas a uma queda sofrida em janeiro. À época, segundo boletim médico divulgado pelo hospital, o procedimento foi concluído “sem qualquer imprevisto”, e o ex-presidente permaneceu sob observação clínica.

Recuperação de Bolsonaro segue com restrições

De acordo com o relatório fisioterapêutico, Bolsonaro ainda pode realizar apenas movimentos com cotovelo, punho e dedos, além de sessões voltadas à manutenção das funções permitidas. Conforme Freitas, a equipe médica autorizou apenas uma sessão semanal de fisioterapia.

Firmino informou que o ex-presidente segue em acompanhamento médico domiciliar. Segundo o médico, foram mantidas doses elevadas de medicamentos e uma dieta com baixo teor de acidez por causa de “quadros de soluços recorrentes”.

O relatório médico afirma ainda que Bolsonaro não apresentou queixas importantes de dor no ombro no período. Ainda segundo Firmino, o ex-presidente começou a realizar exercícios aeróbicos leves e progressivos, mantém a pressão arterial controlada e segue com instabilidade crônica do equilíbrio corporal.

Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste

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