Movimentações no União Brasil têm gerado incertezas sobre a permanência do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, no partido. O possível apoio da sigla à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) elevou as tensões internas e fez o chefe do Executivo estadual cogitar buscar uma nova legenda para disputar as próximas eleições.
Caiado destacou que mantém conversas com outras agremiações e busca alternativas para viabilizar sua candidatura.
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“Entendo a dificuldade do partido”, afirmou o governador de Goiás em entrevista à rádio Novabrasil. “Só que, nessa situação, busco também uma alternativa para ter outro partido para me candidatar. O entendimento é de avançarmos para a nossa campanha.”
Caiado não concorda com uma candidatura única da direita
O governador defende que uma candidatura única da direita favoreceria os interesses do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Só um candidato da direita é o que Lula quer”, afirmou, ao ressaltar que a diversidade de nomes pode fortalecer o campo opositor. “Com o PT no poder, é um processo duro. O partido não tem limite. Se tivermos um candidato só, ele terá dificuldade de caminhar de hoje até 4 de outubro.”
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Para Caiado, enfrentar a estrutura de governo com apenas um nome é arriscado. “O que o Lula quer é um candidato só”, disse. “Como é que você enfrenta toda a máquina de um governo com um candidato só?”
O papel de Bolsonaro e a transferência de votos
Ao analisar a influência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o governador observou que prestígio não garante transferência total de votos.
“Ninguém nega o prestígio de Bolsonaro, mas são duas coisas distintas: uma é ele candidato e outra é um indicado dele candidato”, disse Caiado. “Por mais prestígio que a pessoa tem, não consegue transferir 100% dos votos.”
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Caiado também afirmou que, caso Flávio Bolsonaro chegue ao segundo turno, oferecerá seu apoio ao senador.








































Chororó. Os três pré candidatos somados não dá 10%